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JEITINHO BRASILEIRO: LEGÍTIMA DEFESA

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Prof. Jacob Bettoni                                                                   www.noergologia.com.br  A manobra de Dilma e Lula tentando obstruir a justiça, de pública notoriedade, foi cons…

Fonte: JEITINHO BRASILEIRO: LEGÍTIMA DEFESA

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JEITINHO BRASILEIRO: LEGÍTIMA DEFESA

Prof. Jacob Bettoni                                                                   http://www.noergologia.com.br 

A manobra de Dilma e Lula tentando obstruir a justiça, de pública notoriedade, foi considerada pelo STF “fazendo de conta que não aconteceu porque a hora da divulgação não batia com a hora de não o sei que”.
Episódios assim, acontecendo recorrentemente no Brasil, com ampla publicidade tem pelo menos um saldo positivo: não fosse o jeitinho brasileiro, o cidadão comum que não tem acesso às teias supremas do poder, estaria frito.
Este tipo de lição nos ensina que importante mesmo não é ser leal, justo, honesto, seguidor da Lei, trabalhador, bom pai, bom filho, bom companheiro.

Nada disso conta. O que conta é a espertise, a esperteza de conhecer a Lei para saber como enganar tudo e todos.

Em síntese, nossos valores morais se reduziram ao jeitinho brasileiro legalizado.

Portanto, cabe ao cidadão comum exercer o jeitinho brasileiro popular, não mais como um hábito comum; agora como um legítimo direito de defesa.

E como estamos vendo, de nada adianta o cidadão comum votar. Pra que? quem manda no Brasil não é o legislativo e nem o executivo, é o Judiciário.

No episódio de Lula e Dilma o atentado de governantes passando a perna numa nação inteira, ficou em mísero último plano. Abaixo a honestidade, viva o jeitinho. Agora veja bem: se você é do povo, jeitinho é coisa feia. Mas se você é um magnata político, aí jeitinho é coisa bonita. E a jurisprudência vai avalizar.

O povo pode e deve ser engando. O Rei, o Imperador, os áulicos é que não podem ser punidos por exercerem o DIREITO AO JEITINHO BRASILEIRO, direito este sequestrado do povo e agora monopolizado pelos áulicos.

Honestidade, Companheirismo, Lealdade, Competência, Legalidade.

A judicialização e a ótica da exclusiva miopia legalista são deficiências da nossa sociedade.

A competência antecede, no ordenamento dos valores humanos, os rituais jurídicos.

Dilma, por ex., publicamente confessou que nada sabia dos roubos, desmandos e incompetências gerenciais da Petrobrás, mesmo quando era presidente dessa empresa e mesmo quando é Presidente do acionista maior, o Brasil.

Ora, basta isso.

Basta milhões de brasileiros desempregados para demiti-la. A incompetência gerencial lesando o interesse de milhares de brasileiros é muito mais grave do que o ritual jurídico discutindo se o horário da divulgação de notícia trazendo o benefício coletivo do conhecimento da trapaça.

A quem interessa o ritual jurídico, a não ser aos bandidos! A competência gerencial, ela sim beneficia toda a Nação, da mesma sorte que o seu oposto – a incompetência prejudicada toda a Nação.

Além do mais, o brasileiro comum é dotado de mediana inteligência. Dilma claramente é dotada de excessiva falta de inteligência, cometendo erros primários de percepção, de avaliação, de confabulação e de gestão.

Ninguém pode asaltar nem roubar, menos a elite do MST. Quando o MST invade está fazendo uma ação social. Quando o trabalhador exige de volta o que o MST roubou está abusando do direito. Quando o trabalhador pega um picolé está cometendo um crime. Nossa democracia está falida. Nem no império havia esta divisão de classes: de um lado os áulicos com todos os direitos (MST, Governantes…), do outro lado o povo com todos os deveres.

Até que esta anomalia seja mantida, recorra ao jeitinho brasileiro. Se para o homem da lei o jeitinho é legal, para o homem do povo o jeitinho é legal. Feio mesmo é deixar o povo todo fazendo papel de bobo, fazendo de conta que Dilma e Lula não obstruiram a justiça.

Ou o jeitinho brasileiro popular é incorporado à jurisprudência ou o jeitinho do ritual jurídico é abolido.

Quousque tandem abutere patientia nostra? até quando abusareis, da nossa boa fé, da nossa inteligência, da nossa paciência, do nosso trabalho, do nosso dinheiro?

 

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19 Medidas pró-Escola na Velocidade do Pensamento

rof. Jacob Bettoni     www.noergologia.com.br

 

FOCO: pulverização de módulos educacionais. Governante disponibiliza uma ideia de variação de cardápios de modais pedagógicos. Pais, alunos, professores, escolhem um modal ou criam novos.

 

  • FIES estadual e municipal, além do federal.
  • Escola da ponte – escola comandada por alunos.
  • Ensino livre como preceito constitucional
  • Aprovação em vestibular substitui qualquer certificação prévia
  • Certificado do ENEM substitui certificados de nível médio
  • Cursos de formação profissional organizados elas corporações de nível médio e superior (Medicina, Direito, Engenharia, Contabilidade…)
  • Escolas profissionais organizadas por sindicatos, SESC, SENAI e similares
  • Migração imediata da pós-graduação e graduação para o EAD vacinado contra mecanicismo
  • Ed- homeschooling ensino domiciliar puro
  • ED com 10% de escola da ponte
  • ED com 20% em EAD gerado por associações ED
  • ED com gameficação pedagógica
  • ED organizada por condomínios
  • ED organizada por vizinhos de bairro
  • ED organizada por grandes empresas
  • ED organizada por associações de moradores
  • Escolas organizadas por cooperativas de pais e professores
  • Escolas organizadas por ONGS, OSCIPS E CNEC
  • Escolas organizadas por clubes, escoteiros, casas paroquiais, igrejas confessionais.

 

Na era das informações e profissões emergindo e submergindo na velocidade do pensamento, a pulverização da educação é instinto de sobrevivência. A educação agora é autógena. O conhecimento pronto e acabado, acabou. A sociedade é aprendente.

Desempenharemos ao longo da vida profissões que nem existem hoje. Profissões boas desaparecerão.

A Glória do professor é libertar o aprendiz do professor num mínimo espaço de tempo. Os diplomas terão prazo de validade, não por força legal, mas por impositivo mercadológico.

O Modelo mecanicista de educação está com o prazo de validade vencido intoxicando as pessoas com quem entra em contato.

Qualquer centavo a mais aplicado no modelo mecanicista é dinheiro jogado pelo ralo. A questão não é mais melhorar o modelo que temos, mas extinguir completamente o modelo mecanicista de educação.

O desafio, portanto, é criar modais pedagógicos pulverizados compatíveis com a dinâmica das mudanças e com a velocidade com emergem e submergem informações, conhecimentos e profissões.

Estamos falando da nova Escola na Velocidade do Pensamento. Participe: https://plus.google.com/u/0/collection/ASi9Z

 

 

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