APOSTILA DE CIÊNCIA PERCEPTIVA APLICADA AO CORRETO USO DOS FARÓIS

Objetivo: revogação da absurda Lei exigindo farol NOTURNO durante o dia.

Prof. Jacob Bettoni, autor de REVOLUÇÃO DE PARADIGMA NA PSICOLOGIA; Diretor do Instituto de Pesquisas em Mecanicismos Perceptivos e trânsito; Diretor científico da Fundação Aninpa; Professor de Pós-graduação em Noergologia; Professor dos cursos modulares de Noergologia online; Descobridor de Noerobica; Diretor da franquia de Noergotrainner. www.noergologia.com.br                                  noergologia@gmail.com

PREFÁCIO

Aula PUCPR 67´: Só com mais luz no saber, usaremos menos luz no farol, protegendo o motorista dos perversos efeitos cerebrais da poluição luminosa, que aumenta o risco de acidentes graves e degenera a saúde com a redução do sistema imune e o aumento do estresse. Nosso cérebro evoluiu milênios para processar luz reflexa solar durante o dia, jamais luz artificial. https://www.youtube.com/edit?o=U&video_id=eCzpdn-ES1k

Aula PUCPR 4´: faróis seletivos protegem motoqueiros, faróis abusivos assassinam motoqueiros: https://www.youtube.com/watch?v=x8bhytp3YTI&hd=

INTRODUÇÃO: Depois de 21 anos de investidas, finalmente os faroleiros, seja por simples analfabetismo perceptivo; seja por interesses argentários, marcaram o primeiro gol: aprovaram lei obrigando o uso do FAROL NOTURNO durante o dia. Ora, se até em países nórdicos onde a luminosidade diurna é minúscula, lá se justificando farol diurno, é falta grave o uso diurno do farol noturno, sendo permitido apenas o uso do farol diurno, de baixa luminosidade – o DRL, no Brasil virou lei a aberração do uso compulsório do FAROL NOTURNO debaixo de sol tropical tupiniquim.

Esta nefasta Lei, não ficou satisfeita em comprovar analfabetismo perceptivo e analfabetismo técnico; mostrando também analfabetismo estatístico: no RGS faróis compulsórios foram implantados em 1996 com lei estadual, caindo já em 1997 com o advento do novo CTB. As estatísticas oficiais REFUTAM a eficácia dos faróis: durante a sua vigência não houve a esperada diminuição de acidentes. Pior que isso houve considerável aumento de acidentes; a) em 96 a frota gaúcha aumentou 7,4%, enquanto foi lá para cima o crescimento: a) de acidentes atingindo 17,7%; b) de mortes no trânsito atingindo 20,7%; c) de feridos atingindo 12,8% e de veículos envolvidos atingindo 17,5%. Tudo isso contra um crescimento de apenas 7,4 na frota. De sorte que o argumento argentário é único que sustenta esta lei afrontando o meio ambiente, o cérebro humano, a inteligência brasileira.

A experiência com pesquisa científica dos mecanismos perceptivos à luz da interface pensamento-cérebro sugere que – Só com mais luz no saber, usaremos menos luz no farol.

De sorte que a melhor maneira de proteger a sociedade brasileira contra os prejuízos culturais, ecológicos, psicológicos, financeiros, cerebrais, rodoviários e humanos provocados pelo uso indiscriminado dos faróis veiculares é a difusão das descobertas da ciência perceptiva.

Esse PROJETO é um resumo de ciência perceptiva noergológica aplicada ao correto uso dos faróis. A especialização em mecanismos perceptivos é pouco difusa até mesmo na comunidade científica. Isso criou um clima propício a que o analfabetismo perceptivo, explorado pelos interesses argentários dos lobistas do aftermarketing, contasse com o apoio ou só acrítico ou também corrupto de alguns políticos, que passaram a defender o uso abusivo e indiscriminado dos faróis noturnos durante o dia tropical brasileiro, quando até nos países nórdicos o farol noturno é proibido durante o dia, permitindo-se apenas o farol diurno, o DRL.

A Associação de motoristas americanos está pedindo a proibição do próprio farol diurno, do próprio DRL. Isso porque tanto o farol noturno quando o DRL quando usados fora do que a ciência perceptiva recomenda, trazem graves prejuízos.  Isso porque a percepção obedece à teoria geral da Relatividade perceptiva de Hoffding, o que exige que os faróis imitem uma fotocélula, acendendo ou apagando sempre contracenando com a luminosidade do cenário.  Por isso, o uso dos faróis de forma mecanicista trafega na total contramão da ciência perceptiva. O remédio para essa calamidade social e cultural é EDUCAÇÃO.

CONHECENDO O TEMA: FAROL É COMO ENERGIA ATÔMICA: se bem usado faz bem, se mal-usado torna-se uma perigosa arma. Pode tanto pode matar quanto salvar vidas: tudo vai depender do MODO DE USO. Não caia no conto da panaceia do farol aceso.

MODALIDADES DE USO DOS FARÓIS: Faróis veiculares podem ser utilizados de dois modos: o modo inteligente e o modo mecanicista ou indiscriminado.

MODO INDISCRIMINADO OU MECANICISTA: faróis indiscriminadamente sempre acesos independente da luminosidade ambiente.

MODO INTELIGENTE: imita a fotocélula que acende ou apaga relativamente à luminosidade ambiente. Acende ao entrar no túnel escuro e apaga logo ao sair.

TIPOS DE FARÓIS VEICULARES:

  • FAROL NOTURNO: farol com alta intensidade luminosa próprio para uso exclusivo durante a noite.
  • DRL: farol de baixa luminosidade para uso diurno criado pela pressão popular revoltada contra o incômodo provocado pelo uso diurno do farol noturno, em países onde as condições atmosféricas indicam o uso de dispositivo luminoso diurno. Enquanto aqui no Brasil alguns retardatários defendem o criminoso uso diurno do velho farol noturno, a associação nacional de motoristas americanos pede o fim do DRL, ou seja, do próprio farol de baixa luminosidade. Se o farol diurno dotado de baixa luminosidade atrapalha imagine a luz do nosso farol convencional noturno sob sol tropical.

QUAL É O MODO CORRETO? O modo inteligente traz segurança ao trânsito, porque obedece à Teoria Geral da Relatividade de Einstein e a todas as descobertas da percepção envolvendo a interface mente-cérebro. Já o Modo Indiscriminado está na contramão da Teoria da Relatividade e de todas as descobertas perceptivas provocando graves prejuízos ao trânsito, ao motorista e ao meio ambiente.

3.OBJETIVOS: Intensa propaganda enganosa comandada por políticos ou só corruptos ou analfabetos perceptivos, a serviço de lobbies interessados num faturamento de três bilhões anuais anestesiou a inteligência de muitos brasileiros. O preço da liberdade é a eterna vigilância intelectual. Por isso a importância dessa campanha educativa mostrando que o uso correto dos faróis veiculares é mantê-los sempre no modo fotocélula e nunca no modo indiscriminado.

 A ideia de faróis veiculares durante o dia tropical tupiniquim, chegou ao Brasil na maleta dos lobistas da área do aftermarketing de olho no bilionário mercado repositor de eletro implementos, quando tramitava o atual CTB no congresso. A vigilante participação da inteligência ambientalista brasileira não deixou a ideia prosperar no Congresso, o qual redigiu corretamente o artigo 40. Os lobistas de plantão não se deram por vencidos e numa manobra obscura conseguiram impingir ao Contran a Resolução 18, que foi na época prontamente denunciada como suspeita de corrupção pela comunidade ambientalista e pela lúcida promotoria ambiental do Estado do Paraná.

Como resultado do intenso presos-release comandado pelos lobistas, o farol foi vendido como uma panaceia, um elixir cura tudo, criado com os ingredientes do analfabetismo perceptivo, da corrupção, da deturpação de notícias e do martírio dos mais elementares princípios da Ciência. A despeito de todas estas tentativas de enfatizar o farol como TEMA DE TRÂNSITO, a inteligência brasileira tem consigo vencer até agora todas as inúmeras batalhas e a enxurrada de projetos impingindo o farol compulsório para toda a frota.  A nação quase se esqueceu que a segurança no trânsito exige ênfase no sujeito perceptivo e não no farol fragmentário, e que as descobertas da ciência perceptiva foram totalmente ignoradas.

A família ambientalista do Paraná conseguiu estabelecer uma sólida linha de defesa da inteligência científica e ecológica brasileira contra o analfabetismo perceptivo e seu concubinato argentário. Como resultado da campanha “acenda esta ideia, respeite o sol apagando o farol” foram apresentados os seguintes Projetos de Lei: a) Padre Roque com o PL 1140/99 proibindo farol fora do que determina o artigo 40 do CTB; b) Dra. Selma com o PL 6777/2006 penalizando o uso do farol quando em desacordo com o artigo 40 do CTB; c) Professor Manhani com a sua lúcida relatoria negando provimento a projetos apoiadores dos faróis poluentes.

Para o panorama apresentado há um remédio eficaz: Só com mais luz no saber, usaremos menos luz no farol! Seria bizarro um Projeto Lei obrigando que determinado procedimento técnico criado com pesquisas científicas devesse obedecer a uma crendice popular ou algo sem pé e nem cabeça do tipo: “Durante cirurgias de cataratas o profissional fica obrigado a cantar a música Parabéns a Você”.

Essa bizarrice está acontecendo no “ousadíssimo” Congresso Brasileiro: um ou outro parlamentar, que jamais estudou a ciência perceptiva, sonha com a façanha de superar Don Quixote na inglória tentativa de obrigar por decreto que os mecanismos perceptivos do sistema mente-cérebro deixem de obedecer às milenares leis naturais e passem a obedecer ao que determina o seu projeto exigindo faróis sempre acesos independente do cenário e do contexto.

Os donos do sistema mente-cérebro, ou seja, os motoristas, até podem ser avisados dessa façanha. Mas “sua excelência” está esquecendo de acrescentar um inciso indicando como avisar o córtex visual, a glândula Pineal, o nervo ótico, as sinapses e todo o sistema noérgico que a partir de agora eles não podem mais funcionar de acordo com as milenares leis naturais do seu mecanismo devendo se subordinar aos interesses da máquina automobilística. É o sujeito perceptivo que deve ajoelhar-se perante o bem supremo do farol, o grande suzerano, o Homem a serviço da máquina. Urge corrigir essa inversão de valores, trazendo o sujeito perceptivo para o primeiro plano e criando um sistema em que o trânsito e o farol devem subordinar-se aos interesses do sujeito perceptivo.

CONHECENDO O TEMA

FAROL É COMO ENERGIA ATÔMICA: se bem usado faz bem, se mal-usado torna-se uma perigosa arma. Pode tanto pode matar quanto salvar vidas: tudo vai depender do MODO DE USO. Não caia no conto da panaceia do farol aceso.

MODOS DE USO DOS FARÓIS: Faróis veiculares podem ser utilizados de dois modos: o modo inteligente e o modo mecanicista ou indiscriminado.

MODO INDISCRIMINADO OU MECANICISTA: faróis indiscriminadamente sempre acesos independente da luminosidade ambiente.

MODO INTELIGENTE: imita a fotocélula que acende ou apaga relativamente à luminosidade ambiente. Acende ao entrar no túnel escuro e apaga logo ao sair.

FAROL NOTURNO: farol com alta intensidade luminosa próprio para uso exclusivo de noite.

DRL: farol de baixa luminosidade para uso diurno criado pela pressão popular revoltada contra o incômodo provocado pelo uso diurno do farol noturno, em países onde as condições atmosféricas indicam o uso de dispositivo luminoso diurno. Enquanto aqui no Brasil alguns retardatários defendem o criminoso uso diurno do velho farol noturno, a associação nacional de motoristas americanos pede o fim do DRL, ou seja, do próprio farol de baixa luminosidade. Se o farol diurno dotado de baixa luminosidade atrapalha imagine a luz do nosso farol convencional noturno sob sol tropical.

QUAL É O MODO CORRETO? O modo inteligente traz segurança ao trânsito, porque obedece à Teoria Geral da Relatividade de Einstein e a todas as descobertas da percepção envolvendo a interface mente-cérebro. Já o Modo Indiscriminado está na contramão de todas as descobertas perceptivas provocando graves prejuízos ao trânsito, ao motorista e ao meio ambiente.

PARECE, MAS NÃO É! Contemplando o pôr do sol do alto de um penhasco a beira do oceano, parece que o sol gira em torno da terra. Mas não é; parece certo que enxergamos com os olhos, que uma mulher pelada chama mais atenção do que uma mulher vestida e que toda a frota com faróis acesos melhora a atenção dos motoristas.

Parece, mas não é: É a terra que órbita o sol e não vice-versa. Não enxergamos com os olhos, enxergamos com o cérebro. Olhos são apenas transdutores de ondas eletromagnéticas em impulsos neurais. Para o cérebro não valem as leis da Física, do tipo quanto mais luz melhor a visão.

Faróis sempre acesos seria uma ideia excelente se a visão fosse processada pelos olhos. Mas como a visão é processada pelo cérebro faróis indiscriminados trazem graves prejuízos, porque para o cérebro não valem as leis da Física, mas só as leis universais de funcionamento do sistema nervoso, em que a percepção se otimiza com o estímulo mediano e se deteriora com qualquer overdose estimular. Isso é que estabelece a diferença entre música e barulho, entre degustação e porre e entre iluminação e poluição luminosa.

Mulher pelada não chama atenção numa praia de nudismo onde a nudez é a regra predominante. Nesse caso chamaria atenção se estivesse vestida. Igualmente faróis deixam de chamar atenção quando toda a frota está com faróis acesos. Já o uso do farol de maneira seletiva e exclusiva para ônibus e motos chamará atenção, desde que o restante da frota esteja com faróis apagados.

METODOLOGIA

  1. a) ministrar cursos capacitando mil multiplicadores
  2. b) imprimir cem mil cartilhas de CIÊNCIA PERCEPTIVA APLICADA AO CORRETO USO DOS FARÓIS VEICULARES REDUZINDO OU ZERANDO EMISSÃO DE CO2;
  3. c) Distribuição desse material: I – para todos os alunos de todos os níveis escolares; II – para todos os políticos de todas as esferas governamentais; III – para todos os órgãos de comunicação falada, impressa, televisiva e virtual
  4. d) organizar palestras, seminários e debates sobre o tema em ambientes educacionais, em clubes, em sindica dos, em associações e conselhos de classe,
  5. e) realizar atividades seletivas para gestores e funcionários da área de trânsito de todas as esferas, seja distribuindo a cartilha e sobretudo ministrando detalhados cursos de treinamento sobre ciência perceptiva aplicada ao trânsito
  6. f) fazer remessa postal do material educativo para todos os órgãos de trânsito e todos os vereadores, parlamentares, governadores e gestores de trânsito do Brasil.

I – OBJETIVO ESPECÍFICO: educação ambiental de poluição luminosa, atmosférica e cerebral com a finalidade de diminuir num primeiro momento e inibir completamente o uso mecanicista abusivo dos faróis veiculares durante o daí – PRINCIPAIS ATIVIDADES: publicação e distribuição seletiva da CARTILHA e multiplicação de cursos, seminários, debates e palestras sobre o temais – RESULTADOS ESPERADOS: diminuição do efeito estufa, redução do megacortisol  estressante provocado pela poluição luminosa e atmosférica dos faróis abusivos, os quais devem diminuir e finalmente desaparecerei – MEIOS DE VERIFICAÇÃO: coletas estatísticas, relatórios conferindo a redução do uso criminoso dos faróis mecanicistas abusivos – TRIMESTRES: oito

O QUE É LUZ? LUZ é a faixa de radiação eletromagnética entre 3800 e 7600ª. Abaixo de 3800ª temos ultravioleta, raios-X, raio gama; acima temos infravermelho, microondas e ondas de rádio. Radiação eletromagnética: origina-se da aceleração de cargas elétricas do elétron dentro do átomo.

EM QUE CONSISTE A PERCEPÇÃO DA LUZ: Farol aceso é uma coisa. Percepção do farol é outra inteiramente distinta: O mundo percebido não é idêntico ao mundo físico (Julian Hochenberg).

PERCEPÇÃO: É o processamento ativo transdutivo exclusivo de informações, através do que criamos nossas dimensões de realidade; TRANSDUÇÃO: conversão, decodificação ou transformação de matéria, energia e informação de uma compleição para outra: energia mecânica em térmica, solar em elétrica, mental em neural, eletromagnética em neural, hidráulica em elétrica; TRANSDUTOR: Aparelho gerador de transdução. Os órgãos dos sentidos são transdutores que decodificam frequência eletromagnética em energia neural, possibilitando o seu processamento cerebral e a comunicação intra e inter organísmica. Decodificadores populares são: a fotocélula que acende a luz ao anoitecer e apaga ao amanhecer; a TV, que transduz frequência eletromagnética em imagem; o rádio (idem em som) e os micros que são constituídos de várias interfaces de transdução.

PERCEPÇÃO NÃO REPRODUZ, NEM REPRESENTA, NEM RE-PRESENTA: CRIA: Como percepção é processamento ativo criativo transdutivo. É incorreto dizer que ela é uma representação, porque ela não substitui nada. Se percepção não reproduz poderia então representar uma imagem fotográfica do mundo exterior? Esta ideia do século passado foi abandonada porque a criação noérgica é algo totalmente diferente do que existe no mundo físico: as ondas de 650Na do mundo físico aqui no meu mundo noérgico são degustadas como cor vermelha. No mundo físico não existe cor, tanto quanto os 650a não existem no mundo perceptivo. É verdade que existe no mundo conceitual que foi criado pelo mundo perceptivo, mas que é claramente distinto dele, como nos ensina o triângulo Eccles-Popper.

Poderia ser a percepção uma reapresentação, isto é, apresentação de novo? Também não. Perceber não é reproduzir, representar, nem reapresentar o mundo físico, é criar uma dimensão noérgica nova, um mapa mental essencialmente diferente do mundo físico. Aqui também vale o slogan nunca confunda mapa com território.

CARTILHA DE CIÊNCIA APLICADA AO CORRETO USO DOS FARÓIS Copyright da equipe de pesquisadores do Instituto de Noergologia noergologia@gmail.com

Reprodução permitida com a citação da fonte www.noergologia.com.br

 UNITERMOS: MODO MECANICISTA OU INDISCRIMINADOusa os faróis descontextualizados, ou sempre acesos ou sempre apagados, atropelando as descobertas científicas, incluindo a teoria da relatividade perceptiva e a teoria geral da relatividade. Esse é o modo errado de uso dos faróis, devendo deve ser evitado.

MODO INTELIGENTE OU FOTOCÉLULA: usa os faróis sistemicamente, obedecendo às descobertas científicas, salientando a teoria geral da relatividade perceptiva. Esse é o modo correto de uso dos faróis e deve ser adotado.

  1. QUAL é O MODO CORRETO E QUAL O MODO ERRADO DE USAR OS FARÓIS?– R – O correto é usá-los sempre no modo fotocélula (dançando conforme a música do cenário);  O uso errado é o modo indiscriminado ou mecanicista. O Modo Inteligente imita uma fotocélula que acende ou apaga relativamente à luminosidade ambiente. Acende ao entrar no túnel escuro e apaga logo ao sair.  No Modo Indiscriminado o farol fica aceso ou apagado o tempo todo e não dá a mínima bola para Einstein, nem para o mundo, nem para a chuva, nem para o sol, nem para noite, nem para o dia. O Modo Inteligente é o correto porque obedece à Lei da Relatividade Perceptiva de Hofdding e à Teoria Geral da relatividade. O Modo indiscriminado está errado porque raciocina fragmentariamente e admite que haja um valor absoluto, um supremo bem, um Summum Bonum – o farol – que estaria acima e além do universo. Farol é bem parecido com energia atômica: com ela podemos curar ou destruir. Com o farol ocorre o mesmo: é benéfico ao trânsito quando usado no modo inteligente, mas tornam-se uma bomba quando usado no modo indiscriminado.

2.QUE PREJUÍZOS PROVOCAM O MODO INDISCRIMINADO DO FAROL DIURNO? –

(R – a) Aumenta aquecimento global decorrente do aumento da queima de combustível; 2) Motoqueiros perdem a proteção da “lei da Atenção de Muller”, acarretando-lhes grave aumento de acidentes. ((Não é sem razão que motoqueiros barraram os faróis diurnos abusivos na França; 3) gastos com faróis e implementos confiscarão alguns bilhões anuais do motorista; 4) onera o motorista e a sociedade provocando o criminoso aumento de 1% no consumo de combustível; 5) aumenta o risco noturno com faróis não trocados a cada 500h de vida; 6) provocam Poluição Luminosa afetando diretamente o cérebro dos animais humanos e não humanos, isso porque não enxergamos com os olhos, enxergamos com o cérebro. Por isso farol diurno abusivo: a) Eleva o limiar visual mínimo o que aumenta o estresse, com todas as suas sequelas; b) O aumento contínuo do limiar visual provocado pelo farol diurno em clima tropical está na contramão do consagrado princípio perceptivo: a percepção se otimiza com o estímulo mediano e se deteriora com a overdose estimular, estabelecendo a diferença entre degustação e porre; música e poluição sonora; proteção e poluição visual; c) Cromaria provocada por faróis sobrepostos ao sol nascente, poente e a pino provocará momentos de cegueira cromática cerebral, que podem ser fatais; d) Faróis abusivos foram condenados como perversa poluição luminosa pelo plenário do xv EPEA (Encontro de Entidades Ambientalistas Paranaenses) e pela 2ª Conferência Nacional do ministério do meio ambiente.

3.QUAIS SÃO OS PREJUÍZOS DO FAROL DIURNO INDISCRIMINADO, INCLUSIVE DO DRL, RELACIONADOS PELA NMA – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE MOTORISTAS AMERICANOS – PELO O USO INDISCRIMINADO DOS FARÓIS DIURNOS? – R – A NMA – National Motorists Association relaciona mais os seguintes prejuízos à segurança do trânsito, à economia, aos motoristas e ao meio ambiente: 1. Para se protegerem contra a poluição ocasionada pela luz diurna do DRL, motoristas estão usando óculos de sol até em dias de chuva e configurando o retrovisor para a posição noturna; 2. Os DRL estão dificultando a visão dos sinais de trânsito e placas de sinalização; 3. O incômodo provocado pela luz do DRL está distraindo o motorista ao invés de aumentar a visibilidade; 4. O DRL Mascara outros usuários das rodovias como pedestres, trabalhadores, ciclistas e animais à beira da pista; 5. O DRL elimina a vantagem da proteção luminosa que o motociclista tem quando os demais veículos usam faróis apagados; 6. Altera e distorce a percepção de distância, aumentando os riscos de acidentes por distorção perceptiva – uma descoberta do brasileiro Prof. José Silva; 7. Reduz a visibilidade e o “destaque” dado aos veículos de emergência, bombeiros, ambulâncias, caminhões com combustível; 8. O farol diurno, até mesmo do DRL que é mais fraco que o farol convencional, provoca um triplo prejuízo: pune o motorista usuário, o motorista que vem em sentido contrário ou está na frente e a sociedade como um todo: a) o motorista usuário é punido com o aumento de despesas de combustível e manutenção do sistema elétrico; b) o motorista à frente ou em sentido contrário é punido com a poluição luminosa da luz diurna e suas sequelas; c) a sociedade é punida por um considerável aumento total de combustível estimado em U$600 milhões de dólares anuais só nos EEUU; d) O preço mais elevado é pago pelos animais humanos ou não que são fulminados por duas poluições interdependentes: I – a poluição luminosa que prejudica a curto, médio e longo prazo pessoas, motoristas, pedestres e animais atingidos com luz artificial diurna, o que é contra a natureza que evoluiu milhões de anos preparando-os para contemplar luz natural; II – mas, além disso, o uso “criminoso” de luz diurna desnecessária joga oito bilhões de libras de dióxido de carbono a mais na atmosfera.

4.O QUE AS DESCOBERTAS DA CIÊNCIA PERCEPTIVA RECOMENDAM PARA GARANTIR SEGURANÇA AO TRÃNSITO, MANTENDO O BEM ESTAR DO MOTORISTA E EVITANDO OS EFEITOS COLATERAIS DOS FARÓIS INDISCRIMINADOS? R- I – substituir a visão fragmentária do farol descontextualizado pela sistêmica com ênfase no sujeito perceptivo; II – Inverter  prioridade trazendo o Homem de volta para o primeiro plano, fazendo com que farol e transito estejam a serviço do Homem e não mais o contrário como vem sendo equivocadamente feito; III – Avaliar sistemicamente os efeitos colaterais do uso indiscriminado e anticientífico dos faróis como a poluição luminosa e  a poluição atmosférica; IV – Restringir o uso do farol ao que já determina o artigo 40 do CTB, exigindo obediência  estritamente ao que a ciência perceptiva recomenda: toda a frota com faróis baixos só em túneis, neblina e intempéries. Fora disso ficam apagados, o que garante a proteção da Lei de Muller para motos e ônibus, que usam o farol diurno com exclusividade; V – Proibir o uso anticientífico dos faróis diminuindo assim os riscos da perda do estímulo mutante por parte dos motoqueiros, dos acidentes ocasionados por cronaxia, ou seja, cegueira momentânea gerada por estímulos luminosos de faróis artificiais e sobrepostos à luz do sol quase na horizontal nas viagens para o oeste no final do dia ou para leste no início da manhã; de acidentes provocados por aumento de distorção perceptiva decorrentes da luz artificial sobreposta à luz do sol;  de acidentes provocados pelo estresse gerado pela agressão da luz artificial no sistema visual e de acidentes noturnos gerado por faróis cujo teor de luminosidade foi esbanjado insensatamente à luz do sol, mas não foi trocado ao final do seu ciclo de luminância útil; VI – Criar cartilhas educativas do correto uso do farol, sempre obedecendo à Teoria da Relatividade Perceptiva, evitando o uso indiscriminado do farol, divulgando as leis perceptivas básicas, popularizando conceitos de distorção perceptiva nas ultrapassagens,  de permanência mnésica visual no crepúsculo, etc.  Medidas que certamente aumentarão a efetiva segurança no trânsito, sem provocar efeitos colaterais e expurgando definitivamente interesses lobistas da pesquisa científica pura sobre mecanismos perceptivos do sistema mente-cérebro.

 5.ACENDA ESTA IDÉIA: RESPEITE O SOL, APAGANDO O FAROL! R – Cuidado com farol aceso de dia: ele agride diretamente a natureza humana preparada para a luz natural diurna e não para a luz artificial. Reflita no alerta do Dr. Bock: “a exposição aos ciclos naturais de luz resulta da evolução de milhões de anos e o Homem não pode interferir nesse mecanismo impunemente. Podemos enganar pessoas, mas não nosso organismo”. Farol veicular diurno também envenena a atmosfera com dióxido de carbono. Provoca prejuízos vários para o motorista e para a sociedade. E nos priva cada do prazer tão gostoso de simplesmente contemplar o mundo natural. Priva-nos do “direito ao ambiente natural”, que nos está assegurado pela carta da UNESCO de 1994 e pela Carta da Terra.

 6.PROJETO 6777/2006 É OBRA PRIMA DE CIÊNCIA PERCEPTIVA APLICADA AO USO INTELIGENTE DOS FARÓIS VEICUI LARES: O projeto 6777/2006 da Deputada Selma resgata a dignidade humana ressituando o farol e o trânsito a serviço do homem e não mais o Homem a serviço do Farol e do trânsito, como propagam equivocadamente os faroleiros.  E situa o Brasil na vanguarda mundial da ciência perceptiva aplicada ao correto uso dos faróis, substituindo a visão fragmentária pela sistêmica com ênfase no sujeito perceptivo e não mais no farol descontextualizado. Enquanto aqui ainda lutamos pela proibição do velho farol noturno durante o dia, nos EEUU a National Motorists Association Foundatin (EEUU) já luta pela proibição do próprio DRL, do próprio farol diurno alertando que prejuízos que provoca superam eventuais benefícios, punindo toda a sociedade com o aumento do consumo de combustível (U$600 milhões) despejando oito bilhões de libras de dióxido de carbono na atmosfera só nos EEUU.

 7.QUAL É A REDAÇÃO DO PROJETO 6777/2006 DA DEPUTADA SELMA SCHONS? – R – durante o dia o condutor fica proibido de acender os faróis do veículo, a não ser nas condições expressamente previstas nos atuais demais incisos e no parágrafo único do artigo 40. IX – O uso dos faróis veiculares em desacordo com o presente artigo constitui infração grave com penalidade de 120 (cento e vinte) UFIR e cinco pontos na carteira de habilitação.

 8.O PROJETO MODIFICA O ARTIGO 40 DO CTB? – R – além de não modificar em nada o atual Artigo 40 do CTB, o projeto apenas exige o seu fiel cumprimento. Eis o que diz o Art. 40: o uso de luzes em veículo obedecerá às seguintes determinações: I – o condutor manterá acesos os faróis do veículo, utilizando luz baixa, durante a noite e durante o dia nos túneis providos de iluminação pública; IV – o condutor manterá acesas pelo menos as luzes de posição do veículo quando sob chuva forte, neblina ou cerração; Parágrafo único. Os veículos de transporte coletivo regular de passageiros, quando circularem em faixas próprias a eles destinadas, e os ciclos motorizados deverão utilizar-se de farol de luz baixa durante o dia e a noite.

9.PROIBIR FARÓIS INDISCRIMINADOS DE DIA É BENÉFICO OU PERIGOSO PARA O TRÂNSITO? – R O PL-6777/06 não proíbe o uso de faróis, regulamenta-os, obrigando o uso inteligente, que é o modo inteligente e proibindo o modo indiscriminado. Perigoso é continuar permitindo o MODO MECANICISTA.

 BENEFÍCIOS DE PL PROIBINDO O USO INDISCRIMINADO DOS FARÓIS: 

I) finalmente proíbe também no Brasil tropical o uso diurno indiscriminado do farol noturno, que já está abolido até nos sombrios países nórdicos com nevasca, onde de dia é permitido o farol diurno de luz fraca, o DRL e não o farol noturno.

II)  restrito ao que já determina o artigo 40 do CTB, o farol passa a obedecer estritamente ao que à ciência perceptiva recomenda: toda a frota com faróis baixos só em túneis, neblina e intempéries. Fora disso ficam apagados, o que garante a proteção da Lei de Muller para motos e ônibus, que usam o farol com exclusividade.

III) ao proibir o uso anticientífico dos faróis, o PL afasta da área os interesses e manobras escusas, bem como as crendices populares, substituindo definitivamente a visão fragmentária do farol, pela visão holística do sistema mente-cérebro;

IV)  A subordinação do uso dos faróis  exclusivamente às descobertas científicas sobre mecanismos perceptivos agrega uma série de elementos de segurança, diminuindo: a) os riscos da perda da proteção do estímulo mutante por parte dos motoqueiros; b) os acidentes ocasionados por cronaxia, ou seja, cegueira momentânea gerada por estímulos luminosos de faróis artificiais sobrepostos à luz do sol quase na horizontal nas viagens para o oeste no final do dia ou para leste no início da manhã;  c) os acidentes provocados por aumento de distorção perceptiva decorrentes da luz artificial sobreposta à luz do sol; d) os acidentes provocados pelo estresse gerado pela agressão da luz artificial sobreposta à luz do sol inibindo o efeito “visão de águia”: a águia melhora a acuidade usando óculos de sol natural – uma secreção ocular que diminui a intensidade luminosa o que melhora a percepção visual; e) os acidentes noturnos provocados por faróis cujo teor de luminosidade foi esbanjado insensatamente à luz do sol, mas não foi trocado ao final do seu ciclo de luminância útil;

V) O projeto tem o mérito de levar em consideração os efeitos colaterais, protegendo: a) a vida ao inibir o aumento da poluição atmosférica gerada pelo dióxido de carbono; b) os animais humanos e não humanos contra a poluição luminosa que agride ciclos cerebrais treinados por milhões de anos para a luz natural. Eis o alerta do Dr. Steven Bock: “A exposição aos ciclos naturais de luz resulta da evolução de milhões de anos e o Homem não pode interferir nesse mecanismo impunemente. Podemos enganar pessoas, mas não nosso organismo”.

VI)  O projeto é também uma aula de cidadania ensinando a administrar os nossos bens, evitando o aumento leviano de gastos com consumo de combustível e reposição de eletro implementos, preservando, sobretudo nossa maior riqueza que é a teia da vida e nosso sistema mente-cérebro.

VII) corrige a inversão de valores invertendo a ordem de prioridade reconduzindo o Ser Humano para o primeiro plano: o trânsito deve estar a serviço do homem e nunca o contrário.  Tal como o CFC não pode continuar tratado como uma questão de geladeira, o farol diurno indiscriminado não deve continuar levianamente encarado como uma questão de trânsito. Não. O PL 6777/2006 transcende a simples esfera do trânsito, porque protege não só o trânsito e o motorista, mas também preserva a teia da vida do nosso ecossistema.

11.  ENTÃO NÃO É VERDADE QUE O FAROL ACESO CHAMA MAIS A ATENÇÃO?

R – Dependendo de ONDE e QUANDO ele tanto pode chamar a atenção quanto confundi-la. Cientificamente a atenção não tem nada que ver com faróis acesos ou apagados, mas sim com o CONTEXTO em que faróis são usados. O Dr. Conrad Muller descobriu que a atenção: a) é despertada por estímulos mutantes, estímulos de novidade; b) é desabilitada com os estímulos monotônicos ou predominantes. Por isso é que se todos os carros estiverem de farol aceso, o farol aceso passa a ter o mesmo poder de chamar a atenção quanto uma pessoa nua numa praia de nudismo. Ou seja, nem nudez em campo de nudismo e nem farol numa rodovia cheia de faróis, despertam a atenção. Em função desse mesmo princípio perceptivo, apenas os guardas despidos na Rua XV de novembro ou só motos e ônibus de farol aceso chamam a atenção porque cumprem a função de Muller.

 

  1. COMO É QUE O USO DIURNO DOS FARÓIS PODE CAUSAR AUMENTO DE ACIDENTES NOTURNOS.  –R – A revista O Mecânico Nº 159 recomenda troca de lâmpadas veiculares a cada 400 horas de uso. Alguns fabricantes recomendam 500 horas de uso. Digamos que o brasileiro estique o uso dos faróis até 700 horas, significando que a cada 7 horas de uso é consumido 1% do potencial luminoso do farol. O aperto financeiro que atinge a maioria dos motoristas brasileiros criará situações de veículos trafegando a noite com o déficit de luminância nos faróis diminuindo drasticamente a segurança noturna.

 

  1. COMO É QUE FAROL VEICULAR ACESO PODE AUMENTAR A PRESENÇA VENENOSA DE DIÓXIDO DE CARBONO NA ATMOSFERA? – R– faróis acesos aumentam o consumo de combustível, cuja queima gera dióxido de carbono. Ainda não temos o cálculo brasileiro, mas a NMA americana calcula em oito bilhões de libras o aumento do dióxido de carbono na atmosfera resultante do uso dos faróis veiculares no MODO INDISCRIMINADO.

 

  1. COMO É QUE FARÓIS INDISCRIMINADOS PODEM AFETAR O CÉREBRO? – R – O maior obstáculo ao projeto reside exatamente no generalizado desconhecimento das descobertas científicas sobre o funcionamento dos mecanismos perceptivos. E como agravante, o povo começou a acreditar que nossa percepção funcionaria dentro dos padrões anunciados pelo merchandising dos lobistas interesssados no bilionário mercado de reposição de eletro implementos. Mas a campanha de difusão científica condenando o uso indiscriminado dos faróis diurnos recebeu espaço mínimo. Por isso é que a população desconhece quase até os conceitos perceptivos mais elementares, um dos quais ensina que nós não enxergamos com os olhos, porque quem efetivamente processa e cria a visão é o sistema cerebral comandado pelo córtex visual.  E o cérebro não obedece às leis de trânsito, nem às leis comerciais publicitárias do aftermarketing, obedece às leis próprias. Nosso sistema perceptivo visual resulta da evolução de milhões de anos preparando-nos para contemplarmos cenários diurnos iluminados com luz natural. A adição incauta de luz artificial diurna agride não o trânsito, mas nossa maior riqueza, nosso sistema mente-cérebro. Um teste simples pode ser feito agora mesmo: você, Leitor, já conhecia esse alerta vermelho do Dr. Steven Bock: “a exposição aos ciclos de luz natural resulta da evolução de milhões de anos e não podemos interferir neste mecanismo impunemente. Podemos enganar pessoas, nunca o próprio organismo. ”

 

  1. ESTÃO ENGANADOS OS ESPECIALISTAS DIZENDO QUE FAROL DIURNO AUMENTA A SEGURANÇA NO TRÂNSITO? R –Isso acontece porque nem a maioria das pessoas e nem esses especialistas são especializados no estudo e na pesquisa dos mecanismos perceptivos. Há também o agravante de que a sociedade brasileira foi vítima de intensa propaganda enganosa comandada por lobistas de olho no faturamento bilionário do uso compulsório de faróis diurnos: considere a vida média dos faróis em torno de 500h, multiplique pela nossa frota (mais de trinta milhões de veículos). Consulte preços desses implementos e calcule.  Esse lobbie começou a atuar no Brasil em 1995 em prol desse tentador mercado de aftermarketing, com o objetivo de incluir no Código de Trânsito – então em tramitação – uma cláusula resumindo o sonho de todo vendedor: vender geladeira para a esquimó ou farol para uso debaixo do sol tropical. Na época não se falava de interesses escusos, mas hoje temos certeza que mensaleiros e sangessugas existiam e existem. E vejam que coincidência: lobistas fizeram de tudo, mas não conseguiram enfiar goela abaixo do motorista brasileiro o farol veicular diurno compulsório, no novo Código. Mas numa jogada altamente suspeita, em menos de seis meses, os lobistas conseguiram impingir ao CONTRAN a espúria Resolução Nº 18 recomendando o uso do farol diurno, contra o espírito da Lei Artigo 40. Essa Resolução cheirando corrupção foi prontamente denunciada por ONGs e condenada pela Promotoria do Meio Ambiente do Estado do Paraná.

 

  1. PORQUE UM SIMPLES FAROL DIURNO PODE PROVOCAR POLUIÇÃO?  – R – Os pioneiros que começaram a denunciar a poluição do CFC receberam o mesmo tratamento. O povo questionava: o que tem a ver a minha geladeira com um buraco na camada de ozônio?  As poluições são provocadas por essa visão fragmentária, ao passo que a visão contextualizada, sistematizada cria a consciência ecológica, isto é, os ecossistemas: nada está isolado do todo. Assim como o CFC não deve mais ser tratado como uma prioridade industrial, analogamente o modo indiscriminado do farol não deve continuar focalizado como uma prioridade de trânsito. Não: CFC e farol diurno indiscriminado são agressores ecológicos, em que o farol indiscriminado provoca poluição luminosa, afetando diretamente o cérebro, e poluição química elevando os níveis de dióxido de carbono na atmosfera.

 

  1. QUE PARÂMETROS TÉCNICOS FORAM UTILIZADOS PARA CLASSIFICAR O FAROL DIURNO INDISCRIMINADO COMO POLUIÇÃO LUMINOSA?  R – Em 1967, o então Conselho Europeu definiu os parâmetros básicos para configurar o que é e o que não é poluição. Desde então, adota-se o critério de definir como poluidor todo e qualquer elemento ou estímulo artificial adicionado ao ambiente natural que se encaixa em apenas um dos três parâmetros internacionais a seguir: 1.  Produza algum incômodo ou mal-estar nos seres vivos; 2.  E/ou esteja em desacordo com a ciência do momento; 3.  E/ou seja, suscetível de provocar algum efeito nocivo. Foi dentro desses parâmetros que surgiu em 1970 o conceito de poluição sonora e em 1997 adotou-se em Copenhague o conceito de poluição luminosa.

 

  1. ENTÃO O FAROL, QUANDO USADO NO CORRETO MODO INTELIGENTE, NÃO PROVOCA POLUIÇÃO LUMINOSA? – R – Isso mesmo, já que o modo inteligente está em conformidade com a Científica da Relatividade Perceptiva de Hoffding e à Teoria Geral da Relatividade de Einstein.

 

  1. O FAROL, QUANDO USADO NO MODO INDISCRIMINADO OU MECANICISTA, PREENCHE OS PARÂMETROS NECESSÁRIOS PARA CONFIGURÁ-LO COMO POLUIÇÃO LUMINOSA? R – Efetivamente o uso do farol no MODO INDISCRIMINADO recebe o carimbo de poluição luminosa porque se encaixa nos três parâmetros tradicionais aferidores da poluição: a) incomoda animais humanos e não humanos; b) interfere nos mecanismos cerebrais evoluídos para contemplar luz reflexa natural durante o dia e não luz artificial; c) é suscetível de afetar a saúde e o bem estar; d) trafega na contramão de todas as descobertas científicas de vanguarda sobre os mecanismos perceptivos do sistema mente-cérebro, furando até mesmo o sinal vermelho da conhecidíssima teoria da relatividade perceptiva.

 

  1. QUE OUTROS PARÂMETROS CONSOLIDAM O MODO INDISCRIMINADO DOS FARÓIS COMO POLUIÇÃO?  R – 1) A Constituição Federal protege o cidadão contra a degradação ambiental, sendo nesse ponto explícita: Art. 23 É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios: VI – proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas. Art.24 Compete a União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: VI – florestas, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, defesa o solo e dos recursos naturais, proteção do meio ambiente e controle da poluição; VIII responsabilidade por dano ao meio ambiente, ao consumidor a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico; 2) A Constituição Federal também protege o cidadão contra a campanha enganosa do uso dos faróis indiscriminados, quando no seu artigo 205 diz “a educação é direito de todos”. Como o uso indiscriminado dos faróis colide frontalmente com as descobertas científicas dos mecanismos perceptivos, colide também e ipso facto com o artigo 205 da Constituição Federal; 3) “O artigo 225 trata do meio ambiente e diz que compete ao Poder Público e à Coletividade “promover a educação ambiental” (inciso VI); e no Inciso VII parágrafo 3” as condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores, pessoas físicas ou jurídicas a sanções penais e administrativas independentemente da Obrigação DE REPARAR OS DANOS CAUSADOS”; 4) O princípio básico da ecologia: Prefira sempre o que é natural. Só use o artificial quando estritamente insubstituível; 5) O combate à poluição luminosa é uma militância ecológica que não se exaure na luta contra os faróis indiscriminados e abusivos, ela abrange também o uso indiscriminado das luzes artificiais noturnas. Acenda esta ideia: respeite o sol, apagando o farol; 6) Faróis no MODO INDISCRIMINADOS foram condenados como perversa poluição luminosa pela unanimidade do plenário do xv EPEA (Encontro de Entidades Ambientalistas Paranaenses) e da 2ª Conferência Nacional do ministério do meio ambiente; 7) A carta da Terra garante a todo ser humano direito ao ambiente natural; 8) A carta da UNESCO de 1994 garante “o direito a uma Terra sem poluição e destruição inclusive o direito a um céu limpo”.

 

  1. ESTATÍSTICAS INFORMAM QUE 70% DAS COLISÕES FRONTAIS OCORREM DE DIA, EM RETA E COM TEMPO BOM?  FARÓIS ACESOS DIMINUIRIAM OU AUMENTARIAM ESSAS COLISÕES FRONTAIS? R – Esse é um exemplo vivo do que os “experts em trânsito” consideram comprovação estatística da necessidade dos faróis. Como essas estatísticas de 1996 são reais é muito fácil acreditar nos faroleiros. Mas como nem tudo é o que parece ser o Prof. José Aparecido Silva. Resolveu pesquisar detalhadamente essas colisões frontais.  Terminou descobrindo que os motoristas enxergaram anteso veículo com o qual colidirão frontalmente, para somente depois de o terem enxergado conseguirem criar no seu sistema mente-cérebro a situação conhecida como Distorção Perceptiva: ao ultrapassar um veículo, nossa tendência é superavaliar o eixo distal e subavaliar o eixo proximal. Por isso é que achamos que a distância entre nosso carro e a do veículo que vamos ultrapassar é sempre menor do que realmente é; e que a distância entre o carro que vamos ultrapassar e o que vem em sentido contrário é sempre maior do que realmente é. Isso cria uma situação favorável a acidentes em ultrapassagens. O processamento da distorção perceptiva ocorre depois da percepção visual, mostrando que também nesses casos a recomendação de faróis é uma falácia. A Associação Americana de Motoristas relaciona entre os prejuízos do farol diurno indiscriminado uma dificuldade maior no cálculo correto de distâncias.

 

  1. PORQUE TANTOS ESPECIALISTAS FALAM QUE O FAROL INDISCRIMINADO ACESO DE DIA CHAMA MAIS A ATENÇÃO. R – Isso apenas indica que esses especialistas não são especialistas nos mecanismos perceptivos, pois se o fossem saberiam que enxergar a uma coisa e prestar atenção é outra coisa. Vamos falar aqui só dá atenção. E também saberiam que quando o farol é usado no modo indiscriminado por toda a frota, ele perde automaticamente a sua condição de estímulo mutante passando para estímulo predominante e nessa condição deixa de chamar a atenção.  Para que o farol aceso chame a atenção é necessário obedecer à Lei da Atenção ao Estímulo Mutante de Muller. Aí sim, faróis acesos exclusivamente para segmentos veiculares, como motos e ônibus, de fato aumentam a segurança por estarem em obediência à Lei de Muller. Como corolário conclui-se que toda a frota com faróis diurnos acesos suprime a segurança de motos e ônibus.

 

  1. AFINAL, FAROL ACESO DE DIA AUMENTA A VISIBILIDADE OU NÃO? R – Depende. Farol usado nomodo inteligente, sim. No modo indiscriminado, não. O sistema comandado pelo córtex visual, fruto evolutivo de milhões de anos aprimorou-se de tal sorte na percepção da luz natural que uma pessoa com os olhos totalmente vendados, durante o dia consegue processar a presença da luz, isto é, enxergar luz, a partir da informação levada pela hemoglobina, com a transdução feita pelo joelho.  E em Wisconsin, o Dr. Paul Bach-Y-Rita está desenvolvendo transdutores com micro eletrodos que ajudam a língua a criar transdução. Com isso o córtex visual possibilita enxergar com a língua, de olhos fechados, no fundo do mar do mar. Pieron descobriu que um objeto iluminado com a luz de um décimo milésimo de uma vela já se torna perfeitamente visível. Isto significa que, mesmo com esse minúsculo estímulo luminoso, o sistema ocular já consegue transduzir. A partir daí o cérebro inicia a condução da informação transduzida com o princípio de Writts. Na seqüência, esse pulso neural inicial mínimo é amplificado pela neurobiotaxe e é processado pelo sistema noérgico como luz.  E que, portanto, a ideia de que precisamos de um farol aceso à luz do sol para ver uma jamanta é pura enganação. Portanto, salvo as condições exigidas pela Lei da Relatividade Perceptiva de Hofdding confirmando a Relatividade de Einstein, faróis diurnos não são necessários nem para enxergar outros veículos, objetos e pessoas e nem para chamar a atenção.

 

  1. DE QUE MANEIRA QUE O FAROL ACESO DE DIA NO MODO INDISCRIMINADO PODE PIORAR A VISIBILIDADE E A ATENÇÃO? R – A natureza humana está preparada, a contemplar cenários diurnos sempre iluminados com luz natural, com luz reflexa e não com luz artificial. Isso é muito forte, muito arraigado, porque resulta de um processo evolutivo de milhões de anos. Portanto a regra fundamental é a seguinte: use exclusivamente iluminação natural. Somente recorra à iluminação artificial quando for absolutamente necessário. E só é absolutamente necessário para contrabalançar a falta de luz ambiente, como em túneis e neblina. A luz artificial só deve ser utilizada em obediência à Lei da Relatividade Perceptiva. Abre-se uma exceção para motos e ônibus, beneficiando-os com a Lei do Estímulo Mutante de Muller. Fora disso, faróis usados no modo ante Einstein, isto é, no modo indiscriminado, deterioram a percepção ao invés de otimizá-la, conforme descoberta de Bonde Y REY, confirmada por Pieron e Muller: qualquer percepção de qualquer natureza se otimiza com o estímulo mediano e se deteriora com a overdose estimular. Isso estabelece a diferença entre degustação e porre; música e poluição sonora; proteção e poluição visual. Por isso é que o farol diurno abusivo pressiona para cima e continuamente o limiar visual, aumentando o estresse, com todas as suas sequelas, e exigindo cada vez mais luz para ver menos. É o mesmo princípio perceptivo que separa a degustação do porre. Qualquer overdose seja gustativa, olfativa, auditiva ou visual deteriora a percepção, chegando ao limite da cronaxia: o bêbado precisa tomar álcool puro, porque a vodca mais forte já lhe parece água. E faróis artificiais sobrepostos ao sol nascente e poente provocam o mesmo efeito, isto é, a cronaxia, o popular ofuscamento, ou seja, momentos de cegueira cerebral, que podem ser fatais. Finalmente, o uso indiscriminado suprime a proteção do estímulo mutante para veículos seletivos como motos e ônibus. É bom salientar que, por outro lado, o uso do farol no modo inteligente, aí sim, aumenta a segurança geral do trânsito, suprimindo os efeitos colaterais.

 24. ENTÃO QUAL É A FONTE DE NOTÍCIAS CANTANDO EM PROSA E VERSO OS MILAGRES DO FAROL DIURNOS INDISCRIMINADO COMO A GRANDE PANACÉIA PARA A SEGURANÇA NO TRÂNSITO? – R – Nesse campo é preciso separar fato e ficção, joio do trigo. Tanto na indústria farmacêutica, quanto na automobilística e seu derivativo que é o trânsito pululam conceitos camuflados de técnicos e até de científicos, mas que não passam de releases dos respectivos lobbies. Um pouco de Foucault não faz mal para ninguém: o poder gera saber. Há uma diferença entre o motorista americano e o brasileiro que é a seguinte: o motorista americano sabe que o conceito de segurança ligado a farol diurno é merchandising dos lobistas do ramo. Sabe disso e por isso mesmo se organiza para derrubar faróis diurnos. O motorista brasileiro, não sabe disso, e por isso mesmo apoia a cegueira perceptiva do farol diurno sob clima tropical, furando o sinal vermelho de todas as descobertas científicas sobre mecanismos perceptivos. Pare e pense: só no Brasil, se faróis diurnos fossem compulsórios criariam uma necessidade de reposição de eletro implementos da ordem de bilhões de reais. É necessária contínua e acurada vigilância intelectual para separar o que é release lobista do que é pesquisa científica. Cientificamente é sabido que faróis diurnos trazem de fato mais segurança e evitam acidentes quando usados no MODO INTELIGENTE. Mas no modo indiscriminado agravam os problemas, como o comprova a Associação Americana de Motoristas.

 25. NO RIO GRANDE DO SUL FARÓIS DIURNOS NAS RODOVIAS AUMENTARAM ACIDENTES. – R – O exemplo gaúcho é interessante. Foi intensamente utilizado pelo ritual do merchandising (propaganda na forma de notícia) no auge publicitário dos lobistas objetivando implantar no novo código de trânsito então em tramitação o sonho de todo vendedor: vender geladeira para a esquimó ou farol para uso debaixo do sol tropical. Especialistas e políticos vinham a público declarar que a experiência gaúcha com faróis apresentava resultados fantásticos, confirmando que a defesa dos faróis anticientíficos, dos faróis abusivos, dos faróis que não levam em conta as leis científicas dos mecanismos perceptivos, também não leva em conta a honestidade, usando sempre os mesmos dois argumentos a seu faro: a xilolatria e a manipulação, a mentira.

26. No RGS faróis compulsórios foram implantados em 1996 com lei estadual, caindo já em 1997 com o advento do novo CTB. As estatísticas oficiais REFUTAM a eficácia dos faróis: durante a sua vigência não houve a esperada diminuição de acidentes. Pior que isso houve considerável aumento de acidentes; a) em 96 a frota gaúcha aumentou 7,4%, enquanto foi lá para cima o crescimento: a) de acidentes atingindo 17,7%; b) de mortes no trânsito atingindo 20,7%; c) de feridos atingindo 12,8% e de veículos envolvidos atingindo 17,5%. Tudo isso contra um crescimento de apenas 7,4 na frota.

O próprio índice acidentes por dez mil veículos aumentou 18,5%, ou seja, mais que o dobro do crescimento da frota, pulando de 8,1 em 1995, para 9,6 sob o regime do inferno luminoso dos faróis abusivos. Nesse período, o RGS com faróis ficou entre a minoria dos estados que pioraram esse índice, enquanto a maioria dos estados livres dos faróis abusivos apresentou desempenho favorável e alguns com performance muito boa como Alagoas de 18 para 12,6; Acre de 19,2 para 16,3; DF de 11,6 para 9,5; Pará de 34,1 para 23,6; Paraná de 12,4 para 12,2; RJ de 8 para 6,6; SC de 14,2 para 12,9 e Tocantins 41,9 para 21,0.

Essa desastrosa experiência deve servir de lição, mostrando que o aumento da segurança rodoviária e a diminuição de acidentes podem ser obtidos sem violentar a natureza humana feita para a luz natural diurna. Porque, enquanto os acidentes gaúchos aumentaram em plena era obscura dos faróis abusivos, os carros trafegando com farol aceso mesmo nos dias de clima normal, prejudicaram com poluição luminosa 100% dos motoristas, dos pedestres alcançados pela luz e dos animais à beira da pista. Conseguiram aumentar a presença de dióxido de carbono na atmosfera e o número de mortos no cemitério. O que impressionava na ocasião era ver políticos faroleiros mentindo para o público com a maior cara de pau.  E até hoje tem gente tentando nos enganar. Informavam redução de acidentes quando eles estavam aumentando. Naquele tempo não se sabia de sanguessugas e mensaleiros. Hoje fica evidente que o interesse desses políticos não era a segurança do trânsito, mas sim os benéficos efeitos colaterais do mercado bilionário do uso compulsório dos faróis.

 

  1. QUE RELAÇÃO EXISTE ENTRE FAROL E ENERGIA ATÔMICA? – R – Farol é como energia atômica: ambos em si não são nem benéficos e nem maléficos. Tudo vai depender de ONDE, COMO E QUANDO você os utiliza. É necessário contextualizar tanto a energia atômica quanto o farol para podermos avaliar se eles constituem uma panaceia ou uma “bomba”. Tal como com energia atômica podemos construir usinas ou bombas atômicas, igualmente o farol pode trazer segurança quando usado no MODO INTELIGENTE, ou provocar grades prejuízos quando usado no MODO INDISCRIMINADO. O projeto 6777/2006 incentiva o uso correto, isto é, sempre no MODO INTELIGENTE e proíbe o uso abusivo, isto é, o MODO INDISCRIMINADO.

 

  1. NA SUÉCIA, MODELO NA SEGURANÇA DO TRÁFEGO, FAROL BAIXO É OBRIGATÓRIO EM QUALQUER HORÁRIO – R –  essa notícia é fraudulenta. Lá é proibido o uso diurno do farol noturno. Durante o dia eles não usam farol baixo, usam o farol diurno, o DRL. Políticos e lobistas vem nos enganando com essa balela. Além disso, esse é o típico argumento fragmentário, válido no século XVIII, mas com o prazo de validade vencido no III Milênio. Lembro-me de políticos faroleiros que foram à Suécia durante a campanha de merchandising dos lobistas. Eles trouxeram o farol sueco para o Brasil, mas esqueceram de trazer junto com o farol também o clima nórdico com suas belíssimas nevascas. É como se tivessem trazido os casacos de pele das suecas para serem usados no lugar do biquíni no Rio Quarenta Graus. Se você quiser pensar dessa maneira, tudo bom, desde que você trata não só o farol e o caso de pele, mas também o clima ártico.

 

  1. PORQUE OUTROS PAÍSES TAMBÉM USAM FAROL DIURNO?  R – Na grande maioria dos países que são obrigados à luz diurna por imperativos climáticos, é proibido o uso do farol noturno durante o dia. O Brasil ainda tolera esse uso leviano. Finalmente o PL 6777/2006 proíbe o uso diurno do farol noturno, restringindo-o ao rigorosamente necessário. Países obrigados a usar dispositivo luminoso diurno por imperativoclimático adverso usam o farol diurno de baixa luminosidade conhecido como DRL. Então preste muita atenção no detalhe: nesses países, antigamente se usavam os faróis convencionais. Mas a pressão popular contra os efeitos colaterais e a poluição dos faróis convencionais noturnos conseguiram proibi-los para uso diurno, substituindo-os pelo DRL. É bom prestar atenção que nem mesmo esses países com clima ártico usam de dia os faróis convencionais noturnos. Ora, O PL-6777/06 está proibindo também aqui no Brasil o uso indiscriminado dos faróis convencionais diurnos, salvo nos casos pontuados.
  2. QUE DESPESAS AUMENTAM COM O FAROL ACESO: R – a) aumenta o consumo de combustível; b) aumenta gastos com reposição mais frequente de eletro implementos, tomando-se como ponto de partida que a vida média do farol é de 500 horas.

 

  1. OS POLÍTICOS QUE AFIRMAM QUE É OBRIGAÇÃO DO MOTORISTA ARCAR COM O AUMENTO DE DESPESAS PROVOCADAS PELO FAROL DIURNO, ESTÃO CERTOS? R Tais políticos são irresponsáveis inimigos do meio ambiente e do motorista. Ora, se nenhum político pode criar uma despesa governamental sem criar também a respectiva fonte de renda, como é que esses míopes acham que podem criar uma despesa extra para o cidadão sem criar também uma receita extra. Além do que a poluição luminosa e atmosférica provocada pelos faróis indiscriminados provoca prejuízos que devem ser suportados por toda a sociedade: aumento do consumo de combustível e a poluição luminosa e atmosférica.

 

  1. PORQUE RAZÃO NÃO É RECOMENDÁVEL INTRODUZIR NO BRASIL O DRL COMPULSÓRIO?  R – O uso correto dos faróis deve sempre obedecer à Lei da Relatividade Perceptiva. Por isso, dadas as condições climáticas tropicais brasileiras, a necessidade de faróis diurnos é esporádica, podendo dispensar o DRL.  De qualquer forma tanto o DRL quanto o farol convencional, ambos devem ser usados sempre e somente no MODO INTELIGENTE, jamais no MODO MECANICISTA ou INDISCRIMINADO.
  2. PORQUE NA MAIORIA DOS PAÍSES AVANÇADOS O FAROL NOTURNO PARA USO DIURNO FOI PROIBIDO E SUBSTITUÍDO PELO FAROL DIURNO? – R – O DRL comprova que faróis diurnos incomodam e produzem poluição luminosa. Eles surgirem objetivando amenizar os perversos efeitos colaterais dos faróis noturnos.  E eles amenizaram, mas não resolveram o principal problema que é o da incompatibilidade absoluta entre os sistemas cerebrais evolutivos especializados em luz natural. O DRL continua incomodando tanto ao ponto de que a NMA – National Motorists Association – vem pleiteando a proibição do próprio DRL. Esse é um exemplo muito bom: não importa se o país é de primeiro ou de segundo mundo.  As leis cerebrais são universais e são válidas para o mundo inteiro. Por isso é que, seja qual for o país, o farol jamais pode ser usado no MODO INDISCRIMINADO, sempre deve ser usada no MODO INTELIGENTE. O brasileiro tem que parar de ser subserviente. Ora, estamos em condições de exportar ciência, então porque importar

 

RESUMO CONDENASADO BIBLIOGRÁFICO

  1. ACKERMANN, Diane, 1992. UMA HISTORIA NATURAL DOS SENTIDOS, RJ, Bertrand
  2. BETTONI, Jacob, 2000 – REVOLUÇÃO DE PARADIGMA NA PSICOLOGIA, Alexandria.
  3. DE BONO, Edward, 1969. O MECANISMO DA MENTE, Petrópolis, Vozes.
  4. LEBON, Martin, 1971. OS SEGREDOS RUSSOS DA PARAPSICOLOGIA, RJ. Artenova
  5. FARINA, Modesto.1975. PSICODINÂMICA DAS CORES EM PUBLICIDADE, SP. Edusp6.  GRAY, Jeffrey. 1976. A PSICOLOGIA DO MEDO E DO STRESS, RJ. Zahar.7.  HOOPER, Judith. A QUÍMICA DO MISTICISMO, Rev. Ciência Ilustrada, ano II (11)
  6. J. BOCK, Steven et BOYETTE, Michael.1996. MELATONINA, A FONTE DA JUVENTUDE, Ed. Campus, RJ.
  7. Le SHAN, Lawrence, 1995. REALIDADES ALTERNATIVAS, SP. Summus
  8. LOWENSTEIN, Otto.1968. OS SENTIDOS, 7
  9. MUELLER, Conrad.G.1966. PSICOLOGIA SENSORIAL, RJ. Zahar
  10. OCHBERG, Julian E. 1973. PERCEPÇÃO, RJ. Zahar
  11. OLIVENNES, Armand 1972. DELÍRIO E REALIDADE, RJ. Civilização Brasileira
  12. OSTRANDER, Sheila e SCHROEDER, Elynn. 1970. EXPERIÊNCIAS PSÍQUICAS ALÉM DA CORTINA DE FERRO, SP. Cultura
  13. PIERON, Henri, 1969. PSICOLOGIA EXPERIMENTAL, RJ. Zahar
  14. SACKS, Oliver et alt., 1999. THE MAN WHO MISTOOK HIS WIFE, EEUU. Discovery


 

Tabela 1 – Espectro Eletromagnético
Região Tipo Faixa de Freqüência (Hz)
Rádio·freqüência Freq. Muito Baixas 3 – 300 Hz
Freq. Baixas 300 Hz – 300 kHz
Freq. Altas – Ondas Curtas 300 kHz – 30 MHz
Freq. Muito Altas (VHF, UHF, SHF) – TV. 30 MHz – 30 Ghz
Microondas 30 cm – 1 mm / 1 – 300 GHz
Infravermelho Freq. 100 Ghz – 100 Thz Comprimento de onda
Muito distante (XIR) 1000 – 15 M
Distante (FIR) 15 – 6 M
Médio (MIR) 6 – 3 M
Próximo (NIR) 3 – 0.75 M
Luz Visível Freq. &go; 200 Thz Comprimento de onda
Vermelho 770-622 nm
Laranja 622-597 nm
Amarelo 597-577 nm
Verde 577-492 nm
Azul 492-455 nm
Violeta 455-390 nm
Ultravioleta Freq.: 1015 – 1016 Hz Comprimento de onda
UV-A (Pouco Nocivo) – Luz Negra 400-315 nm
UV-B (Nocivo, absorvido por ozônio) 315-280 nm
UV-C (Muito Nocivo, absorvido pelo Ar) 280-100 nm
Raios-X 1017 – 1019 Hz 10-9 – 10-11 M
Raios Gama 1019 – 1021 Hz 10-11 – 10-13 M

 

 


 

OS PREJUÍZOS DOS FARÓIS NOTURNOS DURANTE O DIA

 

O erro é pernicioso não quando nos oculta uma parte da verdade, mas sim quando a toda ela se substitua, impondo-nos o falso como se fosse verdadeiro” Albert Camus

 

USO DO FAROL DEVE IMITAR A FOTOCÉLULA, OBEDECENDO A TEORIA DA RELATIVIDADE

 

Todas as pesquisas sobre Percepção visual, feitas por Conrad Mueller, Henri Pieron, Julian Hochberg, Otto Lowestein et al. Estabeleceram que: a percepção visual é uma variável do cenário e do contexto. Portanto o farol não pode ficar permanentemente na mesma posição: nem sempre aceso, nem sempre apagado, mas oscilar, como faria uma fotocélula, na razão inversa da luminosidade. A percepção é sempre dinâmica e relativa. É por este princípio que: a) não vemos as estrelas de dia, mas só de noite; b) um anão perto de um gigante parece menor ainda; c) o anão perto de um anãozinho parece maior do que é; d) o cinza pode parecer vermelho ou verde, conforme a sua cor vizinha, etc. A Ciência ensina que imitando a fotocélula estamos usando os faróis corretamente: devemos apagá-los ou acendê-los na razão inversa da luminosidade ambiental. O erro está no seu uso permanente e indiscriminado. Neste caso polui ao invés de proteger. A ideia do uso rígido, permanente e imutável do farol sempre aceso, dia e noite, como se ele não fizesse parte perenemente de um cenário com movimento, supondo um motorista dessincronizado e imóvel, que não seria afetado por este mesmo cenário, é o típico erro de julgamento produzido pelo paradigma mecanicista.

 

Como brilhantemente já demonstrou Fritjof Capra, [1] a cosmovisão mecanicista de um mundo imóvel, fragmentário, estanque[2], supondo que o farol nada teria a ver com o contexto, que o importante seria fragmentá-lo e congelá-lo na posição acesa, independente do contexto.

E também que motorista poderia ser imobilizado numa única posição perceptiva e que nem ele, nem o farol veicular, interagiriam holisticamente com o meio ambiente de forma continua e incessante, foi inteiramente superada pelo novo sistêmico: o mundo dinâmico, em eterna e permanente mutação e interação, com o observador (motorista) participando dinamicamente do contexto, que por sua vez, muda incessantemente.
A popular teoria da relatividade de Einstein confirma o velho aforismo de Heráclito de Éfeso: No universo tudo está em permanente mutação. Todas as percepções (visuais, olfativas ou auditivas) se relativizam sempre ao cenário, ao contexto interagindo com o observador, que no nosso caso é o motorista. Todos os pesquisadores do mecanismo da percepção confirmaram a Lei geral da Relatividade. De sorte que a Teoria Geral da Relatividade Estimular de Hoffding exprime um princípio geral válido universalmente: a percepção é uma variável do cenário e do contexto. Muda para cada motorista, a cada momento. Há situações, como neblina, noite, túnel ou fumaça intensa onde o farol terá que ser aceso, para contrapor-se ao cenário.

E existem outras interações entre motorista, carro e cenário luminoso, nas quais o farol terá que ser apagado para contracenar com o ambiente iluminado reflexamente. O uso engessado do farol sempre aceso ou sempre apagado chova ou faça sol, seja dia seja noite, atropela fundamentais leis gerais do nosso conhecimento. Mais que isto afronta a teoria da relatividade. Assim é interessante meditar que nosso potencial visual está equipado para 7,5 milhões de tonalidades, cenários e situações diferentes. Não há como imobilizar, com uma norma política ou humana, nem tal potencial, nem sua incessante interação perceptiva dinâmica.

Não se deve submeter a natureza às leis do homem, mas pelo contrário é o homem que tem que viver em harmonia com as leis da Natureza. É necessário inverter esta ilusão de ótica: As normas e leis do homem é que tem que se adaptar aos mecanismos da natureza. Não podemos imobilizar o movimento do mundo numa imobilista norma única, imaginando faróis imóveis, ou sempre acesos ou sempre apagados, em meio ao universo mutante perenemente.

CUIDADO: FARÓIS INDISCRIMINADOS AUMENTAM O AQUECIMENTO GLOBAL, O CONSUMO IMPERDOÁVEL DE COMBUSTÍVEL, O RISCO DOS MOTOQUEIROSE E A POLUIÇÃO LUMINOSA.

O preço a liberdade é a eterna vigilância contra os lobistas interessados no bilionário faturamento decorrente do uso compulsório dos faróis diurnos disfarçados de normas de trânsito.

Corrupção e analfabetismo perceptivo vêm difundindo a mentira de que toda a frota com faróis veiculares acesos durante o dia tropical brasileiro chamaria melhor a atenção no trânsito. Isso é verdade se os faróis forem usados seletiva e exclusivamente apenas por motos e ônibus. Nesse caso a atenção é despertada pela “Lei da atenção ao estímulo mutante” descoberta pelo Dr. Conrad Muller. Porém, se toda a frota estiver com faróis diurnos acesos, o farol perde sua condição de estímulo mutante transformando-se imediatamente em Estímulo monotônico, acarretando sérios riscos para o próprio trânsito, para o motorista e para o meio ambiente.  A National Motorists Association americana alerta que esses riscos acontecem mesmo quando são usados de dia os DRL, isto é, os faróis com baixa luminosidade próprios para o uso diurno. Todavia, aqui no Brasil o cidadão consumidor vem sendo ameaçado por projetos exigindo, em pleno país tropical, não o DRL, mas o próprio FAROL NOTURNO PARA USO DIURNO, o que deve ser considerado um crime contra o consumidor e um ato de menosprezo contra a inteligência brasileira.

 

CORRUPÇÃO, ANALFABETISMO PERCEPTIVO E MANIPULAÇÃO UNIDOS CONTRA O POVO E A FAVOR DO LOBBIE DOS FARÓIS ABUSIVOSHISTÓRICO:

No Brasil tropical de intensa luminosidade, a história do merchandising favorável aos faróis diurnos abusivos, nasceu e até hoje é defendida por um histórico concubinato entre corrupção, analfabetismo perceptivo e manipulação. Até hoje os políticos que defendem essa anomalia perceptiva estão sob suspeita de corrupção, alguns inclusive já publicamente envolvidos em outros episódios já desmascarados publicamente, como o Deputado Paulo Rocha.

 

FAROL DIURNO INDISCRIMINADAMENTE ACESO FAZ BEM PRO FATURAMENTO E PARA PROPINAS E NÃO PARA O TRÂNSITO:

Como a vida média do farol é em torno de 500 horas e a frota brasileira ultrapassa a casa dos trinta milhões de veículos o eventual uso compulsório do farol resulta num bilionário mercado de reposição de eletro implementos. Quando tramitava no congresso o CTB, lobistas espertos se uniram a políticos analfabetos perceptivos e/ou corruptos lançando forte campanha publicitária na modalidade de release a favor do uso abusivo do modo indiscriminado não do DRL, mas do próprio velho farol noturno em pleno Brasil tropical, tentando enganar a sociedade brasileira em favor dos seus interesses mensaleiros.

 

Esse despudorado aparato resultou infrutífero no plenário do congresso, mas conseguiu rapidamente criar a espúria resolução 18 do Contran contrariando o espírito do artigo 40 do então recém aprovado CTB. Essa resolução foi denunciada na época pelo movimento ambientalista ficando óbvio que ela era o resultado do concubinato entre a ignorância e os irresistíveis argumentos argentários, tanto que entre os parlamentares favoráveis ao farol indiscriminado encontram-se mensaleiros.

Todavia, poderosos interesses econômicos continuaram insistindo com intensa campanha de release deseducando a população ao incentivar o indiscriminado uso dos faróis no modo mecanicista. Em conseqüência direta desses poderosos lobbies, em anteriores legislaturas contaminadas com mensalões e interesses espúrios, surgiu uma dezena de projetos tentando impingir o uso criminoso dos faróis indiscriminados. Pode-se admitir que apenas alguns desses projetos tenham boa fé e foram defendidos apenas porque seus autores ignoravam que o uso indiscriminado dos faróis está na contramão de todas as descobertas da moderna ciência perceptiva.

Mas resulta visível que a grande maioria desses projetos está apenas a serviço dos interesses argentários do poderoso mercado de aftermarketing. E é altamente signficiativo que um mensaleiro que renunciou para ser reeleito, o Deputado Paulo Rocha seja exatamente o autor do pedido de desarquivamento desses projetos claramente argentários. Em boa e oportuna hora o PSOL está pedindo a cassação desse deputado. Mas em meio a um cenário de ignorância perceptiva e corrupção surgiram dois projetos inteligentes e honestos proibindo essa prática nociva ao trânsito, aos motoristas, à inteligência brasileira e ao meio ambiente. É necessário que a atual legislatura se mantenha vigilante para evitar contaminar-se com as páginas negras da sua história onde corrupção e ignorância recomendavam que o uso indiscriminado do farol noturno durante o dia tropical brasileiro.

 

PREJUÍZOS PROVOCADOS PELO USO INDISCRIMINADO DOS FARÓIS

  1. Aumenta o aquecimento global jogando na atmosfera toneladas de dióxido de carbono
  2. Aumenta temerariamente a queima de combustíveis
  3. Aumenta o risco de acidente para os motoqueiros: apenas motos e ônibus com faróis acesos e todo o restante da frota com faróis apagados, garante proteção seletiva em função da “lei da Atenção ao Estímulo Mutante de Muller”. Porém, toda a frota com faróis diurnos acesos inutiliza a “proteção da Lei de Muller”. Não é sem razão que foram os motoqueiros que barraram o uso dos faróis diurnos abusivos na França;
  4. Aumenta risco de acidentes noturnos decorrentes de baixa luminosidade produzida por faróis cujo teor de luminância foi gasto acriticamente sob luz solar tropical e que não foram trocados em média a cada 500h de uso;
  5. Além da poluição atmosférica, provocam também poluição luminosa afetando diretamente o cérebro, isso porque não enxergamos com os olhos, enxergamos com o cérebro.
  6. Eleva o limiar visual mínimo o que aumenta o estresse, com todas as suas sequelas negativas para a saúde e para o desempenho do motorista no trânsito;
  7. O aumento contínuo do limiar visual produzido pelo farol diurno em clima tropical está na contramão do consagrado princípio perceptivo: a percepção se otimiza com o estímulo mediano e se deteriora com a overdose estimular, estabelecendo a diferença entre degustação e porre; música e poluição sonora; proteção e poluição visual;
  8. Cromaxia provocada por faróis sobrepostos ao sol nascente, com carros trafegando para leste no início do dia; e ao sol poente, com carros trafegando para oeste no final do dia provocará perigosos momentos de cegueira cromática cerebral e grave estresse deteriorando a qualidade de vida do motorista.
  9. Punem o motorista que deve arcar com os prejuízos decorrentes do aumento de consumo de combustível e da troca de eletro implementos desgastados imperdoavelmente pelo uso diurno em clima tropical.
  10. Faróis diurnos abusivos foram condenados como perversa poluição luminosa pelo plenário do XV EPEA e do XVI EPEA (Encontro de Entidades Ambientalistas Paranaenses), pela 2ª Conferência Nacional do ministério do meio ambiente.
  11. Por isso o Artigo 40 do CBT deve ser preservado: faróis são usados de noite e de dia sob neblina, tempestades e túneis. Fora disso, devem ser proibidos, permanecendo para uso exclusivo de motos e ônibus, como prevê o PL 6777/2006, o único projeto dessa área que não cedeu às tentações argentárias e por isso mesmo o único, até agora, inteligente, honesto e respeitoso com os direitos e com a inteligência do cidadão.

 

PREJUÍZOS DOS FARÓIS INDISCRIMINADOS SEGUNDO A NATIONAL MOTORISTS ASSOCIATION – EEUU

  1. Para se protegerem contra a poluição ocasionada pela luz diurna do DRL, motoristas estão usando óculos de sol até em dias de chuva e configurando o retrovisor para a posição noturna;
  2. Os DRL estão dificultando a visão dos sinais de trânsito e placas de sinalização;
  3. O incômodo provocado pela luz do DRL está distraindo o motorista ao invés de aumentar a visibilidade;
  4. O DRL mascara outros usuários das rodovias como pedestres, trabalhadores, ciclistas e animais à beira da pista;
  5. O DRL elimina a vantagem da proteção luminosa que o motociclista tem quando os demais veículos usam faróis apagados;
  6. Altera e distorce a percepção de distância, aumentando os riscos de acidentes por distorção perceptiva – uma descoberta do brasileiro prof. José silva;Reduz a visibilidade e o “destaque” dado aos veículos de emergência, bombeiros, ambulâncias, caminhões com combustível.
  7. O farol diurno, até mesmo do DRL que é mais fraco que o farol convencional, provoca um triplo prejuízo: pune o motorista usuário, o motorista que vem em sentido contrário ou está na frente e a sociedade como um todo: a) o motorista usuário é punido com o aumento de despesas de combustível e manutenção do sistema elétrico; b) o motorista à frente ou em sentido contrário é punido com a poluição luminosa da luz diurna e suas sequelas; c) a sociedade é punida por um considerável aumento total de combustível estimado em U$600 milhões de dólares anuais só nos EEUU; d) o preço mais elevado é pago pelos animais humanos ou não que são fulminados por duas poluições interdependentes: i – a poluição luminosa que prejudica a curto, médio e longo prazo pessoas, motoristas, pedestres e animais atingidos com luz artificial diurna, o que é contra a natureza que evoluiu milhões de anos preparando-os para contemplar luz natural; II – mas, além disso, o uso “criminoso” de luz diurna desnecessária joga oito bilhões de libras de dióxido de carbono a mais na atmosfera.
  8. Assim, a National Motorists Association faz uma petição solicitando que o DRL automático seja banido e que o motorista deixe de ser considerado legalmente cego.

 

CAMPANHA AMBIENTALISTA CONTRA A POLUIÇÃO LUMINOSA

O uso indiscriminado dos faróis veiculares durante o dia foi condenado unanimemente pelo plenário do XV EPEA ENCONTRO PARANAENSE DE ENTIDADES AMBIENTALISTAS APROVOU realizado em 2005 em Curitiba; pela II Fórum Nacional do Meio Ambiente patrocininado pelo Ministério do Meio Ambiente realizado em Brasília e pelo XVI EPEA realizado em Curitiba em 2006.

A campanha ambientalista contra o uso diurno contínuo e indiscriminado do farol veicular, em cenários luminosos onde ele é dispensável, inspira-se no sonho ecológico da harmonização e fruição da natureza, para cujo objetivo faz-se necessária a diminuição dos estímulos artificiais, objetivando minimizar a síndrome da exaustão estimular induzida de Khalsa. A causa desta síndrome é o excesso de estímulos artificiais existentes no meio ambiente.

A sensacional descoberta de que a exacerbação estimular e sua conseqüência, a síndrome da exaustão induzida é a principal causa da degeneração cerebral e da queda qualitativa da vida, está sensibilizando a medicina de ponta e os movimentos ecológicos de vanguarda. Donde o alerta: Rebaixar os estímulos artificiais insubstituíveis e suprimir os estímulos artificiais desnecessários. O excesso dos poluentes sonoros e luminosos está depositando no cérebro o lixo tóxico do megacortisol. O cortisol é tão amigo do cérebro, quanto o som e a luz. Porém, a percepção e o cérebro se otimizam com o estímulo mediano, e se intoxicam com o megaestímulo. É por isto que LUZ DEMAIS, SOM DEMAIS, CORTISOL DEMAIS, TRANSFORMAM REMÉDIO EM VENENO. O que era bom vira tóxico. E são exatamente os poluentes cerebrais as grandes usinas do megacortisol.

É nesta circunstância que ele é transformado pelo estressor dos megaestímulos num subproduto letal e degenerador de extrema periculosidade, afetando o que sempre foi considerada a maior riqueza do homem: o cérebro e a mente. A luta contra o farol desnecessário no nosso clima é uma bandeira ecológica inserida na mais moderna doutrina dos direitos difusos, que enfatiza a prevenção ao invés da simples ação reparadora da poluição. Até porque em se tratando de recuperação cerebral, o assunto é muito mais sério, do que a simples recuperação de um órgão danificado. Toda poluição afeta diversos órgãos do corpo em geral dos organismos.

Todavia, o grupo poluidor sonoro-luminoso pertence à categoria dos poluentes cerebrais, afetando diretamente o cérebro. Recentes descobertas científicas sublinham de forma marcante que os poluentes cerebrais aceleram a chamada conexão do cortisol com a degeneração cerebral, sendo agora conhecidos como estressores concorrentes para o Mal de Alzheimer, afetando o sistema imune, a longevidade cerebral em longo prazo e obviamente estressando no curto prazo.

Um som fortíssimo pode estourar o tímpano e a exposição dos olhos à luz solar direta pode cegar. Fora destes casos raros, o som e a luz exacerbados talvez não cheguem a danificar fisicamente os ouvidos e os olhos, que transduzem energia sonora e luminosa em impulsos neurais. E exatamente pelo fato de tais órgãos permanecerem funcionando, eles continuam transduzindo os estímulos sonoros e luminosos em impulsos neurais.

É esta continuidade megaestimular, que induz a overdose, ou seja, que fabrica a síndrome da exaustão estimular. O ouvido ou a vista danificada podem ser substituídos por aparelhos decodificadores do som e da luz. Até agora, todavia, não se conhece um cérebro artificial. Por isto é melhor preservá-lo do que o expôs aos riscos provocados pela ignorância. Resumiremos nesta súmula que o tema do farol veicular diurno foi introduzido no Brasil por lobbies interessados no comércio e não no motorista. A publicidade fantástica dos presos release fez com que o tema fosse tratado de forma anticientífica, acrítica e, sobretudo irresponsável, já que este estímulo artificial é rigorosamente desnecessário num país tropical. Procuraremos esclarecer as seguintes questões:
A propaganda foi realizada pela técnica de presos release, tema tratado sob o título: a infocinética e o farol diurno. A manipulação de informações foi de tal ordem que tinha por único propósito abocanhar o gordo faturamento de mais de dois bilhões de reais provenientes do mercado de reposição de eletro implementos que o uso diurno dos faróis criaria com toda a certeza. Engodo, mentira, analfabetismo perceptivo foram e continuam sendo as grandes armas dos faroleiros.

 

A Aninpa acompanhou de perto o que aconteceu com a história gaúcha dos faróis diurnos. Tivemos também oportunidade de informar que no RGS faróis compulsórios foram implantados em 1996 com lei estadual, caindo já em 1997 com o advento do novo CTB.

As estatísticas oficiais REFUTAM a eficácia dos faróis: durante a sua vigência não houve a esperada diminuição de acidentes. Pior que isso houve considerável aumento de acidentes; a) em 96 a frota gaúcha aumentou 7,4%, enquanto o foi lá para cima o crescimento: a) de acidentes atingindo 17,7%; b) de mortes no trânsito atingindo 20,7%; c) de feridos atingindo 12,8% e de veículos envolvidos atingindo 17,5%. Tudo isso contra um crescimento de apenas 7,4 na frota.

O próprio índice acidentes por dez mil veículos aumentou 18,5%, ou seja, mais que o dobro do crescimento da frota, pulando de 8,1 em 1995, para 9,6 sob o regime do inferno luminoso dos faróis abusivos. Nesse período, o RGS com faróis ficou entre a minoria dos estados que pioraram esse índice, enquanto a maioria dos estados livres dos faróis abusivos apresentou desempenho favorável e alguns com performance muito boa como Alagoas de 18 para 12,6; Acre de 19,2 para 16,3; DF de 11,6 para 9,5; Pará de 34,1 para 23,6; Paraná de 12,4 para 12,2; RJ de 8 para 6,6; SC de 14,2 para 12,9 e Tocantins 41,9 para 21,0.

Ainda agora bem recentemente em 2006, quando afirmei a um jornalista de revista ligada ao ramo automotivo que a experiência gaúcha comprova a inocuidade dos faróis, tendenciosamente o jornalista distorceu minhas palavras e publicou que eu seria contra as estatísticas gaúchas. Pelo contrário, as estatísticas mostram que a tese dos faroleiros é uma fraude de começo ao fim.

A atenção do motorista num trânsito tropical é despertada pela Lei do Estímulo Mutante de Muller, não pelo farol continuamente aceso.

A grande percentagem dos acidentes que ocorrem de dia, nas retas e com tempo bom deve-se à descoberta do fenômeno da distorção perceptiva e não à falta de luminosidade.

O farol veicular aceso sob condições climáticas normais afeta severamente a ecologia.

A vanguarda da consciência ecológica prega o rebaixamento e a supressão dos estímulos artificiais.  A adição estimular do farol veicular diurno, de forma desnecessária no clima brasileiro, está na contramão ecológica, pois, ao invés de combater, introduz um estressor cerebral, que segundo últimas descobertas exacerba a conexão do cortisol, diminui o desempenho cognitivo e acelera a degeneração cerebral. Importante: quem está acriticamente defendendo o farol diurno, não está vacinado contra a degeneração progressiva do seu próprio cérebro.

 

 

FARÓIS ABUSIVOS: FATO E FICÇÃO, MERCHANDISING E ENGANAÇÃOI

FICÇÃO: faróis sempre acesos fazem bem ao trânsito;

FATO: faróis sempre acesos fazem bem ao faturamento das eletropeças, porque a cada: a) sete horas consomem 1% da sua luminosidade; b) 70h consomem 10% do seu potencial luminoso; c) 420h consomem 60% da sua luminosidade, a partir do que ou você troca os faróis ou você é candidato a provocar graves acidentes noturnos.

O principal efeito dos faróis abusivos é realizar o grande sonho de qualquer vendedor: VENDER GELADEIRA PARA ESQUIMÓ OU FAROL PARA USO EM PLENO SOL. Indústria &amo; comércio de eletropeças agradecem aos releases sutis que vem enganando otários fazendo-os crer que o sonho do seu departamento comercial é uma desinteressada medida para o bem do motorista.

II – FICÇÃO: faróis diurnos sempre acesos chamam mais atenção e todo mundo enxerga; 

FATO: O que chama atenção são os estímulos mutantes e não faróis acesos. Dr. Muller demonstrou isso fazendo uma pessoa olhar fixo para uma lâmpada acesa a um metro do seu nariz. Um jogo de espelhos impedia qualquer outro estímulo. Após 60 segundos a pessoa não via mais a lâmpada.  Isso porque a atenção é despertada não por faróis acesos ou apagados, mas por estímulos mutantes, conforme enuncia a Lei da Atenção: 75% dos sensores visuais procuram o estímulo mutante e apenas 25% buscam o estímulo predominante. No Brasil, o estímulo mutante é ricamente suprido pela própria natureza.

III – FICÇÃO: de dia vemos melhor faróis estaticamente acesos, do que faróis usados no modo fotocélula;

FATO: Einstein descobriu a teoria da relatividade, em cujo contexto faróis sempre acesos são uma aberração científica, o que foi confirmado por Hoffding: a percepção não é absoluta e imutável, mas relativa ao cenário e ao contexto. Os mesmos políticos que já revogaram a lei da gravidade, agora revogam a Teoria Geral da Relatividade de Einstein: a única permanência é a mudança em todo o universo, menos nos faróis.

IV – FICÇÃO: nossos olhos enxergam melhor com faróis acesos;

FATO: faróis usados no modo fotocélula melhoram a visibilidade, porém faróis abusivos sempre acesos pioram a visibilidade, porque não enxergamos com os olhos e sim com o córtex visual, que processa a percepção visual de maneira ativa e relativa e jamais passiva e imutável.

V – FICÇÃO: quanto mais luz melhor se enxerga;

FATO: a percepção visual melhora com estímulos medianos e se deteriora com overdose. A aguçada visão da águia resulta da qualidade de suas glândulas que, quando a luz aumenta, escorrem um líquido sobre os olhos para diminuir a luminosidade, o que automaticamente melhora a visão. A indústria criou os óculos de sol Eagle, que melhoram sensivelmente a visibilidade, diminuindo a luminosidade. Exigir faróis acesos em dia de clima normal, debaixo de sol tropical – ao invés de óculos de proteção solar – é cegueira perceptiva, é miopia intelectual, é enganação teleguiada pelo esperto lobbie dos que não se interessam pelo bem estar do motorista, mas apenas pelo bem estar do seu lucro antiético.VI – LEI INTELIGENTE: veículos deveriam sair de fábrica com fotocélula, automatizando o uso correto dos faróis, acendendo-os ao entrar em túneis e neblina e apagando-os ao sair, medida que acabará com a ignorância e a corrupção que contaminam esse tema, evitando vitimar o brasileiro com mais essa criminosa poluição luminosa.

 

TESTE DE CONHECIMENTO PERCEPTIVO: CERTO OU ERRADO?

1.Um farol aceso a um metro dos seus olhos sadios, sem nada que o perturbe, será obrigatoriamente enxergado por você

2.Prestamos mais atenção no trânsito se todos os faróis veiculares estiverem acesos

3.Somente com os olhos é que conseguimos enxergar

Pesquisa realizada com pessoas de diversas camadas sociais e níveis culturais indicou que 95% dos entrevistados consideraram corretas as três afirmativas acima; 3% indicaram uma das questões como errada e apenas 2% consideraram todas as respostas rigorosamente erradas. Uma coincidência admirável é que 55% das pessoas que classificaram como CERTAS as três questões também são favoráveis ao uso contínuo dos faróis veiculares. Mostraram-se contrárias ao uso diurno indiscriminado dos faróis 100% dos que perceberam serem erradas todas as três questões. De sorte que existe uma relação inversa entre conhecimento dos mecanismos perceptivos e a ideia de que faróis veiculares diurnos usados indiscriminada e continuamente seriam benéficos ao trânsito. Por outro lado, é direta a relação entre conhecimento dos mecanismos percerptivos e condenação taxativa do uso engessado e mecanicista dos faróis veiculares.

ESCLARECENDO AS TRÊS QUESTÕES Um farol aceso a um metro de distância dos seus olhos sadios, sem nada que o perturbe será obrigatóriamente enxergado por você. Esta hipótese foi refutada empiricamente num experimento induzido pelo Dr. Conrad G Muller, da Universidade da Califórnia: uma luz permaneceu acesa a um metro de distância de pessoa com olhos sadios. Um jogo de espelhos obrigava o sujeito a enxergar apenas e exclusivamente a lâmpada acesa. Após sessenta segundos lá continuava o sujeito olhando para a lâmpada, que continuava acesa, porém a pessoa começou a informar que não mais estava enxergando aquela luz. Esse fenômeno é conhecimento como o ENUNCIADO DA CEGUEIRA FOCAL DE MULLER.

Essa cegueira focal acontece por uma série de razões, entre as quais podemos relacionar: a) a Lei da Atenção ao Estímulo Mutante; b) a visão cerebral como processo ativo de criação; c) a cronaxia. Resumindo: a) na realidade nós não enxergamos com os olhos. No moderno conceito perceptivo, olhos são apenas transdutores. Quem realmente enxerga é o cérebro, especialmente o lobo occipital. Todas as percepções são processos ativos e não passivos. Ou seja, a apresentação do estímulo luminoso não garante a percepção. O que garante a percepção é o processamento ativo das informações transduzidas pelos olhos. Esse processamento obedece às leis perceptivas “noérgicas”, ou seja, pertencentes ao sistema mente-cérebro.

Uma dessas leis científicas é a Lei da Atenção, cujo enunciado diz: “75% de todo o nosso sistema de atenção perceptiva procura os estímulos mutantes e apenas 25% do nosso sistema perceptivo processa os estímulos constantes “Um exemplo popular ilustra esse mecanismo. Qual a mulher que chama mais atenção: uma mulher de vestido longo, de biquíni ou pelada? Popularmente imagina-se que a mulher pelada chama mais atenção. Mas quem pensa assim comete o mesmo tipo de erro dos defensores do farol diurno sempre aceso: o que desperta nossa atenção não é nem farol aceso de dia e nem mulher pelada. Tudo vai depender do contexto, do cenário: mulher pelada lá na praia de nudismo do Pinho, não chama atenção. Todavia, mulher de vestido longo na praia de nudismo desperta grande atenção, assim como uma mulher pelada na rua XV também chamaria expressiva atenção: elas chamam nossa atenção quando constituem naquele cenário o estímulo mutante dentro do seu cenário.

A mesma mulher de vestido longo na rua XV não desperta a atenção generalizada, tanto quanto a mulher pelada também não desperta atenção generalizada na praia de nudismo, já que nesse caso elas serão apenas ESTÍMULOS PREDOMINANTES. É isso que aprendemos com a Lei da Atenção ao Estímulo Mutante de Muller: pelo mesmo mecanismo, todos os faróis veiculares acesos durante o dia tornam-se ESÍMULO PREDOMINANTE e, portanto, perdem o seu potencial de atrair nossa atenção. Todavia, alguns faróis acesos de dia – por exemplo, faróis de ônibus e motos – num cenário com todos os demais faróis apagados, assumem a condição de ESTÍMULO MUTANTE e nesse caso são benéficos. TEORIA GERAL DA RELATIVIDADE DE EINSTEIN: o uso correto dos faróis é o modo fotocélula.

Mais correto ainda se todos os veículos saíssem de fábrica já com fotocélulas instaladas acendendo e apagando os faróis em função relativa ao respectivo cenário. Acende quando entra no túnel ou na garagem escura e apaga assim que sai do túnel. Acende quando entra numa tifa de neblina, apagando automaticamente ao sair da neblina. Afinal é isso que nos ensina a teoria geral da relatividade de Einstein, que foi confirmada como um mecanismo perceptivo conhecido como o:

ENUNCIADO DA RELATIVIDADE PERCEPTIVA DE HOFFDING: Consequentemente, a tese do USO INDISCRIMINADO E CONTÍNUO DOS FARÓIS VEICULARES DIURNOS exige a revogação de várias leis científicas e até mesmo da teoria geral da relatividade.

Talvez o mesmo político que já revogaram a Lei da Gravidade consigam agora numa manobra de megamensalão revogar também as Leis Perceptivas. Difundir conceitos perceptivos básicos é a melhor forma de evitarmos a catástrofe da gama de prejuízos gerados pelo uso dos faróis ANTI-EINSTEIN: prejuízos ecológicos, científicos, financeiros, psicológicos, incluindo prejuízos diretos aos motoristas – ressaltando como vítimas prediletas os motoqueiros, os viajantes para o leste e para o oeste respectivamente no nascente e no poente e os viajantes noturnos vítimas da pouca luminosidade dos faróis veiculares, desgastados com o temerário uso contínuo e indiscriminado.

 

 

CAMPANHA CONTRA A POLUIÇÃO LUMINOSA

A exposição aos ciclos de luz natural resulta da evolução de milhões de anos e não podemos interferir neste mecanismo impunemente. Podemos enganar pessoas, nunca o próprio organismo. ” (Dr. Steven Bock)

 

Esta campanha educativa ensina a usar correto dos faróis veiculares, mantendo-os sempre no modo fotocélula e nunca no modo indiscriminado. MODO FOTOCÉLULA acredite na teoria da relatividade: dance conforme a música contracenando com o ambiente, em cujo sistema você está inserido. Assim acenda-os de noite e de dia nos túneis, sob intensa neblina ou tempestade. Fora disto desligue-os como a fotocélula faria automaticamente ou como a águia faz naturalmente. Este é o uso correto, recomendado pela ciência e pela ecologia.

 

MODO INDISCRIMINADO Faróis continuamente acesos, até mesmo quando a águia diria ser prudente usar óculos protetores. Este modo está nitidamente equivocado e decorre do que Capra chama de crise perceptiva e Morin identifica como a origem de todos os erros primários de raciocínio: determinismo, fragmentarismo e separabilidade. Faróis no modo indiscriminado, ou sempre acesos ou sempre apagados, trafegam na contramão do bom senso, da epistemologia, da ciência e colidem com descobertas elementares sobre o mecanismo da percepção. Use sempre o modo fotocélula, nunca o modo indiscriminado.

Farol veicular indiscriminadamente aceso seja noite ou dia, haja neblina ou sol, recebe o carimbo de poluição luminosa de todos os parâmetros internacionais, normatizados desde 1967 pelo Conselho Europeu e confirmados no Congresso de Poluição Luminosa de Copenhague em 1997: poluidor é qualquer elemento ou estímulo artificial, que adicionado ao ambiente natural, se encaixe em apenas um dos parâmetros internacionais a seguir:

1.produza algum incômodo ou mal-estar nos seres vivos;

2.E/ou esteja em desacordo com a ciência do momento;

3.E/ou seja, suscetível de provocar algum efeito nocivo.

 

Assim é que o farol indiscriminado é poluidor porque incomoda (1), interfere no milenar mecanismo da pineal (2), afetando a saúde e o bem-estar (3) e trafega na contramão da infocinética e da relatividade.

 

A história do CFC ensina que não podemos perder tempo discutindo o farol como se fosse uma simples questão de trânsito, procedimento tão grave como discutir o CFC como simples questão de congelamento. O modo indiscriminado foi vendido por propaganda capciosa, difundindo fraude científica, enganando o povo brasileiro, deseducando o motorista e incentivando conduta lesiva à ecologia de conseqüências imprevisíveis, ferindo inclusive a constituição nos artigos 6o, 205 e 225-IV, VII-3o. Farol aceso indiscriminadamente é poluição luminosa, por se encaixar em todos os itens que normatizam o que é poluição e acima de tudo por que:

As imagens captadas pelos olhos, que fazem mais de 100 mil fixações por dia. Numa fração de segundo A imagem é invertida pelo nervo óptico e enviada ao hipotálamo para ser processada. O núcleo desta área exerce controle de atividades das mais importantes do organismo, como o sono, temperatura do corpo, metabolismo da água, etc.

Nossa campanha não faz luxo nem grandes exigências: de dia apague o farol e devolva meu horizonte de anil, minha alegria de contemplar cenários naturais! Para brindar-me com esta felicidade, a pineal treinou milhões de anos, antes de habitar o meu organismo. Não queira ser mais esperto do que o grande arquiteto do universo!

 

Farol sempre aceso, de dia prejudica os outros, mas de noite a lei do carma pune o próprio agressor ecológico. O contínuo uso desgasta prematuramente os filamentos, diminuindo a luminosidade. É só uma questão de tempo: mais dia, menos dia, o faroleiro praticará o grande ato desejado pela propaganda: trocar as lâmpadas.

 

Quando ficamos sabendo que enfermeiros matam pacientes para receber propinas das funerárias, o que imaginar de poderosos lobbies de olho no faturamento milionário da reposição de peças desgastadas pelo excessivo uso, do nosso formidável parque automobilístico.

Fomos vitimados por lavagem cerebral publicitária, provocando a cegueira intelectual tão bem descrita por Jean Jacques Rousseau: “o erro é pernicioso não quando nos oculta uma parte da verdade, mas quando a toda ela se substitua, impondo-nos o falso como se verdadeiro fosse. E é a verdade agora que tem que se justificar”.

Em ecologia não se discute eficácia, discute-se efeito colateral, dano ecológico, incômodo aos animais humanos ou não. Ninguém discute a eficácia do CFC. Ele deve ser abolido pelo seu caráter poluente, a mesma razão que nos aconselha abolir e punir o uso indiscriminado do farol.

 

O CFC fez um buraco na camada de ozônio. A vigilância ecológica não permitirá a abusiva interferência no milenar ciclo de luz natural e nem que o stress provocado por overdose luminosa traga prejuízos cerebrais e psicológicos irreversíveis. Nossa única proteção é voltar à luz natural já!

Precisamos de mais luz no saber e menos luz no farol!

 

 

A INFOCINÉTICA E O FAROL DIURNO

Imaginem há poucos anos atrás alguém vir com a ideia de acender o farol do carro de dia, com um sol de rachar obrigando o uso de óculos protetores e sob um calor de 30o. Seguramente esta pessoa seria no mínimo vaiada ou aconselhada a um exame de sanidade mental. Como entender então que, de uma hora para outra, continuando o Brasil como um país luminoso e tropical e não escuro nem glacial, o uso do farol diurno permanente tenha encontrado condições de ser defendido sem vaia nem linchamento. E mais que isto: tenha conseguido ser vendido?  Como foi que do nada esta ideia foi sendo introduzida na sociedade brasileira, chegando a ponto de ter sido comprada por parte da população e até por alguns homens públicos, que teriam a obrigação de defender o povo e de ter espírito crítico!

 

A resposta é muito simples: a propaganda é a alma do negócio!  Existem pessoas que até perguntam desafiadoramente: mas quem é que poderia ter algum interesse no uso contínuo, dia e noite, dos implementos elétricos dos carros? A resposta já está implícita na pergunta.

Como explicar então que tantos políticos abraçaram esta ideia tão repudiada pelo homem comum. Pesquisa realizada no RGS logo no começo informou que o repúdio ao farol diurno empatava com o CPMF. Vejamos: Político vive de votos e à primeira vista a questão suscita um paradoxo. Todavia o político supõe que a mídia representa a média do pensamento do seu eleitor. Assim quando o político segue a tendência da mídia, acredita estar automaticamente seguindo o desejo do seu eleitor. Na maioria dos casos isto é verdadeiro, principalmente porque a mídia forma opinião, podendo mesmo modificar o pensamento do eleitor.

 

Por outro lado, o homem público tem obrigação de estar ligado na mídia. Exatamente por isto ele é altamente permeável e sensível à mídia e particularmente às técnicas de elevado teor sugestivo conhecidas como presos release.

 

Os presos release é a mais refinada das modernas técnicas de propaganda, baseada que está na fronteira de recentes descobertas sobre o Cérebro e a Infocinética, que vieram lhe confirmar poder e força muito superiores ao imaginado incialmente pelos seus próprios criadores.

A eficácia dos presos release reside no fato de que ele dificilmente é identificado como propaganda de uma ideia ou de um produto. Por isto, segundo descobertas de Marlins e Abelson sobre sugestão por alusão, o release é processado cerebralmente como lazer, como verdade, como informação, como sugestão.

E Anthony Afruto mostra que, nestas circunstâncias a informação é maximizada com a elevação do potencial alfa gênico. Esta técnica consegue destarte driblar os sistemas analíticos cerebrais e ser processada como uma informação não discutível, pronta e sintética. Em Marketing sabemos a grande eficácia publicitária dos presos release: é mais eficaz mostrar o artista no meio da novela, bebendo no copo com tal marca do que usar a propaganda clássica: beba no copo tal! As empresas de TV comercializam as cenas de presos release. 

 

No mundo ninguém domina melhor a arte dos presos release do que a indústria bélica americana. Estudos indicam que grande parte das guerras em que os EEUU se envolveram, foram fabricadas pelos presos release da indústria bélica, sutilmente convencendo todo um Governo, um Senado ou uma Câmara de tal necessidade, e na seqüência vendendo a necessidade desta guerra à própria população. De sorte que durante muitos conflitos, que foram depois condenados pelos próprios americanos, pesquisas de opinião mostravam a maioria do povo a favor.

A eficácia desta técnica pode também ser aferida no fato de que pessoas, que se julgam cultas, desfilam em carros badalados debaixo de sol causticante com farol aceso e sorriso ligado, pensando estarem esbanjando sabedoria, enquanto estão de público atestado sua ignorância sobre elementares princípios da Ciência Perceptiva. Os presos release só não atinge a parcela da população dotada de formação metodológica e crítica, bem como, os que têm pequena superfície de contato com a mídia.

Mapeamos passo a passo a fantástica proeza dos lobbies, conseguindo vender a ideia do farol diurno para um país com uma das mais elevadas taxas de luminosidade do planeta. Há cerca de três anos os presos release, patrocinado por poderosos grupos interessados no milionário comércio de reposição de eletro implementos, infiltrou-se na mídia nacional. Todas as alusões obedeciam aos princípios refinados da eficiência infocinética.

Noticiavam que países do primeiro mundo [3] já faziam isto. É óbvio que não iriam frisar que lá as mulheres usam casacos de pele contra o frio e no Brasil, biquíni. Daria muito na cara. Diziam também que a medida não acarretaria o desgaste prematuro das eletropeças, tentando neutralizar a evidência. Às vezes a propaganda era um pouco mais enfática: em vésperas de feriados, mídias líderes diziam com todas as palavras: use o farol aceso durante o dia. Isto faz bem. É também evidente a frase era incompleta: faz bem para os fabricantes, não para o motorista. [4]

Muitos países precisam usar o farol diurno em função da sua realidade climática. É mais evidente ainda que os presos release jamais tocasse neste assunto e que um país tropical está fora desta necessidade.

Os presos release surtiu efeito rápido no do RGS. Os autores da ideia pegaram o gancho da mídia. E deputados desconhecidos fora do seu estado, foram manchete do Jornal Nacional.

Depois de implantado o farol diurno no RGS, ficou evidente a inexistência de correlação positiva na melhoria do trânsito, já que os mesmos períodos oscilatórios para mais ou para menos acidentes que existiam antes da implantação, continuaram existindo depois dela. O que pretendemos frisar é que, em alguns ciclos pós-farol houve significativo aumento de mortos e feridos. Atente-se para o detalhe: a grande mídia jamais noticiou isto. Antes, os presos release enfatizava exatamente o contrário para os consumidores de eletro implementos.

Inobstante devemos ter consciência de que qualquer outro argumento deve ceder espaço ao fato de que, o farol no tropicalíssimo Brasil é desnecessário e nocivo. Não há lógica: gastamos bilhões de dólares para erradicar o CFC, que congelava com certeza, mas poluía.  Como podemos agora contribuir para introduzir não um poluente qualquer, mas um poluente cerebral?

É necessário ter consciência de que a fantástica força dos presos release obteve o seu objetivo e hoje este produto (o uso diurno do farol) está comprado por grande número de políticos e até por alguns consumidores, tudo na razão direta da quantidade de exposição à mídia.  Todavia, o Congresso Nacional, que esteve na iminência de ser nocauteado foi alertado em tempo e soube exercer o necessário espírito crítico. E a ideia ficou fora do novo combateram.

A publicidade foi tão forte que criou uma situação prevista por Albert Camus ”o erro é pernicioso não quando nos oculte uma parte da verdade, mas sim quando a toda ela se substitua, impondo-nos o falso como se fosse verdadeiro. E é a verdade agora que tem que se justificar”. Chegamos a ponto de termos que exercer um esforço, como o do presente trabalho, por exemplo, para provar o óbvio: que o farol em dia de sol tem que ficar apagado e não aceso. E a propaganda dessensibilizou de tal maneira o espírito crítico, que implantado o novo CTB com todo o rigor, o farol diurno aceso usado por alguns motoristas, não está sendo coibido, apesar da clareza com que foi redigido o Art. 40.

O agravamento do problema ainda pode ser evitado, desde que brasileiros com suficiente perspicácia e espírito crítico, detenham a força dos presos release, dando um basta a esta ideia, que faz muito bem para a indústria e muito mal para o motorista.

Demonstraremos que os principais argumentos vendidos pela campanha publicitária são improcedentes:

1) O farol diurno contínuo chama a atenção: refutado pela Lei do estímulo mutante de Muller.

2) A maioria dos acidentes brasileiros acontece de dia, em reta e com tempo bom. O farol aceso evitaria: refutado por pesquisas sobre distorção perceptiva feitas pelos Drs. José Silva e Rozestraten.

3) com o farol sempre aceso o motorista enxerga melhor o cenário do trânsito: refutado pela Lei da Relatividade de Hoffding e pela Teoria Geral da Relatividade de Einstein. 

4) O farol veicular diurno contínuo não afeta a ecologia: refutado pela convenção do Conselho Europeu. 

5) O farol sempre e indiscriminadamente aceso sob clima normal não faz mal para a saúde: refutado pelas descobertas do Doutor Khalsa estabelecendo a conexão do cortisol, que maximizado por hiperestímulos provoca a degeneração cerebral.

Analisemos sucintamente cada um dos pontos destacados.

 

 

ESTÍMULO MUTANTE CHAMA ATENÇÃO, NÃO O FAROL

Andar de farol aceso em dia de sol recebe a advertência de outros motoristas. Este fato verdadeiro foi usado para tirar uma conclusiva falsa: A sinalização que o motorista experiente direciona a quem anda de farol aceso em dia de sol quer dizer: apague o farol e ponha óculos de sol! Você está me incomodando! Alguns espíritos acríticos e marginalizados do progresso feito nas pesquisas do mecanismo da percepção, tendo por única fonte de informação a própria mídia, concluíram daí que se todos os faróis ficassem continuamente acesos o alerta seria geral.

O Dr. Conrad Muller refutou empiricamente esta hipótese e Pieron ensina que neste caso, geral será a irritação, o stress, não a atenção. O que chama a atenção num cenário é sempre o estímulo mutante, não o farol, esteja ele aceso ou apagado. Este conceito é mais bem expresso na descoberta na Lei do Estímulo Mutante de Conrad Muller:

¾ dos sensores visuais buscam continuamente o estimulo mutante e apenas ¼ fixa o estímulo predominante.

Isto significa que, num cenário com todos os veículos de farol apagado, alguns pouquíssimos veículos de farol ligado constituem estímulo mutante. O novo código foi sábio ao estipular que apenas ônibus e motos trafeguem com faróis acessos. O que chama atenção é a característica mutante do estimulo e não o farol aceso em si.

Uma sinalização intermitente no teto em alguns veículos, uma pintura diferenciada como os táxis usam, fará o mesmo feito de forma não agressiva. Se uma quantidade razoável de carros acender os faróis acesos ou usar sinalizador de teto ou pintura grandemente diferenciada, o farol aceso, o sinalizador ou a pintura diferenciada deixará de pertencer à categoria de estímulo mutante, passando para estímulo predominante. Como conseqüência tais estímulos perdem automaticamente o interesse de ¾ dos nossos sensores visuais. E de lambuja, no caso do farol aceso, passam a perturbar a otimização perceptiva decorrente da overdose estimular.

O padrão mutante já está garantido no cenário do trânsito brasileiro: Excelente luminosidade reflexa mostra carros de vários padrões, formatos, tamanhos e cores. Apenas ônibus e motos com farol diurno efetivamente chamam a atenção, por estarem diferenciados no cenário: não é o farol que chama atenção. É o estímulo mutante. Luz intermitente no teto ou pintura diferenciada chamam a mesma atenção, não agressivamente. Se incluirmos nesta categoria um número maior de veículos, perturbaremos a característica mutante transformando-a em perturbação visual.

Muller testou a preferência visual pelo estimulo mutante, descobrindo que a vista se recusa a enxergar o estímulo fixo e permanente. Mantendo a mesma imagem com um jogo de espelhos durante apenas um minuto surgiu o fenômeno da cegueira focal. O estímulo continuava lá a um metro, mas não era mais visto.

 

 

CAUSA DE ACIDENTES DIURNOS, EM RETAS E COM TEMPO BOM: DISTORÇÃO PERCEPTIVA E NÃO FALTA DE VISIBILIDADE

Inobstante desconhecidas e pouco citadas, pesquisas feitas por cientistas internacionais e brasileiros determinam que as verdadeiras causas do efeito acidente em retas, ao invés de falta de visibilidade são: (a) distorção da percepção proximal e distal; (b) antecipação cognitiva por prontidão perceptiva.

Pesquisa dos Drs. José Silva e Rozestraten sobre o tema[5] estabelecem as verdadeiras razões de tantos acidentes em retas, de dia, com tempo bom. Trata-se do fenômeno de distorção perceptiva. É um mecanismo natural, fazendo com que, nas ultrapassagens tendemos a subestimar o espaço proximal (entre nosso veículo e o que vamos ultrapassar) e a superestimar o segmento distal (entre o veículo a ser ultrapassado e o que vem em sentido contrário).

São princípios básicos da Percepção que o mundo noérgico não é igual ao mundo físico. A distorção perceptiva não é doença nem disfunção, mas sim um mecanismo perceptivo normal. É ele que faz com que o motorista que vai ultrapassar um carro, enquanto um outro lhe vem ao encontro, subestima a distância entre o seu carro e o carro que vai ultrapassar (eixo proximal).

Ao mesmo tempo superestima a distância entre o carro que vai ultrapassar e o que lhe vem ao encontro (eixo distal). Este duplo erro de avaliação perceptiva leva a seguinte situação: o motorista chega à frente do carro que vai ultrapassar, um pouco depois do que pensava; e o carro que lhe vem ao encontro, chega um pouco mais cedo do que ele esperava. Por isto ocorrem tantos acidentes em retas com clima normal. O erro deste julgamento perceptivo, como o próprio nome já o enuncia, só é possível porque a pessoa viu antes para calcular depois. Fica aqui claramente descartado o fator falta de visibilidade.

Outros estudos revelam que: (a) alguns erros preceptivos decorrem do fenômeno da antecipação cognitiva; (b) esta é acelerada pela prontidão percentual; (c) O treino pode ensinar a avaliar e a reavaliar as percepções; (d) A prontidão perceptual guarda uma relação direta com o grau de atenção. Ou seja, quanto maior a atenção, maior a prontidão e mais facilmente pode ocorrer a antecipação cognitiva.

 

COMO DIMINUIR ACIDENTES

(1) é necessário conhecer as causas reais do mecanismo da percepção para não trabalhar com hipóteses falsas. Isto traz dois benefícios: (a) evita o uso do remédio falso, no caso o farol; (b) Evita também a omissão do remédio certo, que pode no caso ser:

(2) treinar motoristas a compreender e avaliar as distorções perceptivas segmentais.

(3) ensinar a usar com prudência a prontidão perceptiva e com cautela a antecipação cognitiva.

(4) utilizar descobertas científicas para otimizar a sinalização rodoviária.

Salientamos que se o farol viesse a ser implantado de forma indiscriminada, seria fundamental reciclar aqueles motoristas que já se acostumaram a corrigir o efeito distal nos cenários reflexos. Conrad Muller alerta que havendo forte mudança no cenário, somos levados a cometer erros de avaliação perceptiva. O motorista brasileiro aprendeu a guiar sem a presença do farol continuo avaliando as distâncias sem ele. A sua presença indiscriminada pode induzir a antecipar ou retardar a correção perceptiva a que estava habituado. Como, aliás, já é um fato a colisão frontal entre veículos ambos com farol ligado durante o dia.

A visão humana é fruto evolucionário de milhares de anos e especializou-se, durante o dia, a contemplar cenários iluminados com luz reflexa. É um procedimento poluente e antinatural submeter a visão do motorista a um foco artificial emissor de luz diurna, fato que em si só (a anti-naturalidade) o qualifica como um estressor. Devemos nos empenhar na diminuição dos estímulos artificiais, jamais aumentá-los.

 

 

FAROL DIURNO INDISCRIMINADO AFETA A ECOLOGIA

A partir de 1967 o Conselho Europeu convencionou que:

(…) existe POLUIÇÃO sempre que acorra a presença no ambiente de algo: produzindo algum incômodo ou mal-estar nos seres vivos; (b) e/ou suscetível de provocar algum efeito nocivo conforme os conhecimentos do momento (…).

O farol tem que obedecer à Teoria Geral da Relatividade e agir como uma fotocélula: acender ou apagar na razão inversa da luminosidade do cenário. Fora isto ele se torna uma agressão, e recebe os dois carimbos, de cada um dos dois componentes básicos da poluição:

  1. a) produz incômodo, aumenta o efeito cortisol de khalsa.
  2. b) Afronta todo o conceito do novo paradigma dinâmico, bem como várias descobertas da Percepção visual: o princípio do estímulo mutante de Muller, da relatividade de Hoffding, da fadiga de Pieron, da otimização do estímulo mediano de Muller, da sensibilidade como recíproca do limiar de Bonde Y Rey, do contexto de Hochberg, da especificidade de Johann Muller e a própria Teoria da Relatividade de Einstein.

A natureza equipou-nos para captar durante o dia imagens a partir de cenários iluminados com luz solar refletida. Salvo sob intempérie, a superposição de um foco emissor artificial diurno, agride com violência a visão natural.

Conforme conclusões de recente congresso sobre poluição luminosa de Copenhague, ela prejudica não apenas o homem, mas todos os animais, incluindo as aves.

 

 

FAROL DIURNO INDISCRIMINADO FAZ MAL À SAÚDE.

Velho brocardo romano acaba de ser confirmado: Virtus in medio: A virtude está no meio termo. As percepções se otimizam com o estímulo mediano. Muller descobriu que a sensibilidade visual melhora mil vezes com um estímulo médio comparado a um estímulo extremo.

 

O aumento ou sobreposição de estímulos (luz artificial mais luz natural) produz melhoria perceptiva só no primeiro momento, só no começo do dia ou da viagem. A partir daí a sensibilidade estaciona, começa a declinar e termina provocando o fenômeno da fadiga seguida de stress. Aqui a conexão cortisol é ligada.  Neste estágio quanto mais estímulo, menor sensibilidade. E vice-versa. O uso permanente confunde quantidade de estímulo com qualidade perceptiva. Decorre da ignorância do princípio de que a sensibilidade é uma recíproca do estímulo.

 

Ensina o Neurologista Paul Chauchard: Cérebro só funciona bem em condições medianas.

Qualquer extremo é maléfico. Até oxigênio em demasia é tóxico. Quem vê não são os olhos. Quem vê é o cérebro. Ouvidos ou olhos são apenas decodificadores de frequência eletromagnética em impulsos neurais. Decodificada a frequência eletromagnética em linguagem neural, passam a valer as leis universais do sistema nervoso: a Lei do Tudo ou Nada de Writts, o princípio da neurobiotaxe e do Período Refratário. É, pois a percepção cerebral e noérgica (daí o termo poluente cerebral), que estabelece a diferença entre:

 

Música e barulho; Som e poluição sonora; Degustação e porre; Iluminação e irritação; Proteção e poluição luminosa. O efeito bebedeira é cerebral e sensitivo, obedecendo a leis universais do sistema nervoso. Não há diferença entre defender o uso permanente da buzina ou o uso contínuo e indiscriminado do farol diurno. Ambos os poluentes são tóxicos cerebrais, ambos são degeneradores cerebrais.

 

Pieron e Muller descobriram que o limiar visual mínimo é um estímulo de apenas dez bilionésimos de vela por cm2. A partir dele nos já enxergamos. Nossa luminosidade tropical é de 150.000 velas por cm2. Ora, a disponibilidade de luz reflexa no nosso país tropical é um estímulo bilhões de vezes superior ao limiar mínimo necessário para enxergar.

 

Vamos simplificar este raciocínio, reduzido-o á razoabilidade do bom senso: Se uma jamanta necessita de faróis para ser vista, o que dizer do pedestre? E do cão? E do buraco de uma agulha, de uma pulga ou de um mosquito? Tenhamos a humildade de aprender com este sábio anônimo, o pirilampo como usar com sabedoria a luz.

 

POLUIÇÃO LUMINOSA AFETA ENVELHECIMENTO

Nos anos 60 o texano Russel Reiter descobriu que a glândula pineal é mediadora do processamento, afetando a melatonina e a otimização do ritmo cicardiano. Já se sabia que a redução da melatonina e a desregulagem do ritmo biológico ocorrem na ausência da visão natural. Atualmente, um dos slogans de saúde do Dr. Khalsa é: De dia Serotonina, de noite melatonina.

 

Luz natural significa ausência a de luz á noite e apenas luz solar refletida de dia. São princípios básicos para a saúde: a boa disposição resultante da harmonização com os ritmos biológicos naturais, o controle da síndrome da exaustão megaestimular, evitando a antecipação da velhice e otimizando o tônus dos idosos: dormir sem televisão ligada, em ambiente totalmente escuro; (b) usar luz artificial diurna só em casos extremos; (c) no caso dos veículos, acender faróis apenas de noite, em túneis ou sob neblina. A leviandade do uso de faróis mesmo com tempo bom, quando o correto seria usar óculos de proteção solar, além dos danos naturais da poluição luminosa, caminha na contramão ecológica, que ensina a diminuição dos estímulos artificiais.

 

Hoje é sabido que os poluentes cerebrais, como a poluição luminosa e sonora, influem maleficamente no sistema imune, debilitando o organismo e aumentando os radicais livres.

O uso urbano do farol em tempo bom polui e estressa multo mais. O tráfego lento ou até parado produz a todas as condições para o surgimento da síndrome da exaustão induzida: há nestas ocasiões uma quíntupla sobreposição hiperestimular: 1) luz do veículo frontal. (2) luz no retrovisor. (3) luz solar. (4) reflexo especular da luz solar. (5) e agora também o reflexo especular da luz artificial.

 

A irritação aumenta, numa relação inversa com o desempenho geral das vítimas da poluição, que no caso incluem os pedestres e os animais de estimação. Alguns ficarão nervosos no ato. Outros abruptamente discutirão por motivo fútil. Ambos no final do dia estarão mais estressados. A clássica cena do interrogatório policial com a luz na cara ilustra os estragos que a poluição luminosa pode fazer. Salvo sob intempérie, o uso urbano do farol continuo e indiscriminado deve ser classificado como grave infração de trânsito.

 

O seguinte alerta foi feito no início da nossa campanha ecológica contra os faróis diurnos, ainda no ano de 1996: Além das agressões já conhecidas do farol diurno em clima luminoso, devemos estar precavidos para a possibilidade de danos ainda desconhecidos, mas seguramente existentes. Sempre que a natureza é agredida, algum dono ocorre.

 

Pois bem. Em finais de 1997, O Dr. DHARMA SINGH KHALSA divulga na sua obra “longevidade do cérebro” sua descoberta da conexão cortisol. A nossa civilização produziu o fenômeno da exaustão induzida, pela síndrome da megainformação pelo bombardeio de estímulos artificiais: muito som artificial, muita luz artificial.

 

Importante: O excesso de estímulos já existe em nosso meio. Devemos trabalhar no sentido de diminuí-los e não de aumentá-los. Eles é que produzem a síndrome da exaustão, fazendo com que os hormônios do estresse acelerem a liberação do cortisol.

 

Khalsa estabeleceu conexão direta entre o aumento do cortisol e a degeneração cerebral. E reversamente verificou a conexão entre o rebaixamento dos estímulos artificiais, a comunhão com a natureza e a otimização do desempenho cerebral e o retardamento degenerativo.

 

Caminhamos na contramão ecológica quando, ao invés de reduzir a overdose de estímulos artificiais, procurarmos acintosamente introduzir mais um estímulo artificial. Adotar farol aceso de dia, dispensável num clima com nossa luminosidade, é soltar uma bomba relógio, produzindo toxinas na parte mais nobre do homem: o cérebro. O efeito é de médio e longo prazo. Mas afeta todos os cérebros. Inclusive o cérebro daqueles que acham que este veneno poderia ser um remédio.

 

PROTEIN IN THE EYE REGULATES BODY CLOCK, Discovery, 20/12/2002

Dec. 12 — A proteína in lhe ele regulares lhe Boys internal clock and its daily cycles, according to Stanford University research released Thursday. The study, published in the current issue of Science magazine, shows that a protein in the retina called Melanopsin transmits to the brain information on the amount of light in the environment which determines the internal body clock.

Melanopsin captures light and keeps the body tuned to a daily cycle, called a circadian rythm. “It is the key protein in the eye that sends signals to the clock,” said cell biology Professor Steve Kay of the Scripps Research Institute, which conducted a parallel research that confirmed Stanford Univeristy’s conclusions. The clock regulates the body’s daily cycles, including sleep, hormone production, body temperature and blood pressure. The researchers used genetically engineered mice to show that the mice deprived of melanopsin had a harder time adjusting their natural cycle to the artificial cycles of light and dark, or day and night. The researchers pointed out that so far their conclusions on Melanopsin is limited to areas of little light intensity.

 

 

IX – CONCLUSÃO

As descobertas de Khalsa ensinam mais: a poluição luminosa, agregada às demais já existentes, contribui para a aceleração da degeneração cerebral nos idosos e a antecipação da velhice cerebral nos jovens. Se for difícil entender, é bom lembrar: até água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. A consciência ecológica preventiva é mais que necessária, para alertar e para evitar que esta bomba relógio seja disseminada nas avenidas e rodovias do nosso abençoado país, já soberbamente iluminado pela natureza.

 

MINHA PINEAL QUER LUZ NATURAL!

 

 

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PT, LULA, DILMA & FALCATRUAS DIVULGADOS MUNDIALNENTE

* E agora José? *Vamos divulgar repassando em todos os grupos e para toda a nossa agenda.* *Departamento de Justiça dos EUA divulgam aomundo toda a corrupção de Lula e Dilma. Vão reclamar de vazamento?* *24 horas após celebrar os acordos de colaboração com a Odebrecht e a Braskem, Departamento de Justiça dos Estados Unidos, oequivalente ao Ministério da Justiça brasileiro revelou ao mundo todas as informações constantes do acordo de delação da empreiteira que a Procuradoria Geral da República em Brasília vinha mantendo em sigilo. A MP 470 assinada por Dilma com orientação de Lula e da própria Odebrecht garantiu benefícios para a Braskem relativos ao crédito prêmio de IPI e IPI Zero. O texto da MP foi elaborado por Maurício de Carvalho Ferro, da área jurídica daOdebrecht, e submetido a Nelson Machado, da equipe de Guido Mantega. Tudo passou pelo crivo do ex-presidente Lula e em troca, Guido pediu os R$ 50 milhões para a campanha de Dilma. No bolo da propina, Lula Dilma e Antonio Palocci se fartaram.O documento do Departamento de Justiça confirma as conclusões do delegado Filipe Pace no relatório da Operação Omertà. O DoJ, como é chamado nos EUA, deu um show de transparência, objetividade e rapidez, três pilares da Justiça eficiente.Informações consolidadas e claras sobre duas companhias brasileiras, a Odebrecht e a Braskem, foram organizadas de maneira que era desconhecida no Brasil. Quer saber quanto a Odebrecht pagou em propina no Brasil para políticos e funcionários públicos? Pergunte ao DoJ. Foi o equivalente a R$ 1,9 bilhão, pela cotação atual do dólar, ou US$ 599 milhões, de acordo com um documento que faz parte do acordo da Odebrecht. O grau de corrupção durante os governos petistas de Lula e Dilma atingiram uma escala tão monstruosa, que a Odebrecht precisou comprar um banco em Antígua, no Caribe, para pagar propina quando outras instituições já não aceitavam operar com o volume de dinheiro sujo da empresa. Resta saber se Lula, Dilma, os demais membros do PT e parte da imprensa conivente com o crime organizado no Brasil vão ter coragem de reclamar de “vazamento” com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos.*

http://www.imprensaviva.com/2016/12/departamento-de-justica-dos-eua.html?m=1

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Bom dia já saiu na pole position mas percebi que todos os segmentos da sociedade estão passando ou brevemente passaram por mudança de paradigma. O ensino público deve imediatamente ser substituído pelo ensino EAD na proporção de 80% o governo vai economizar muito dinheiro porque vai desobstruir as instalações físicas alunos professores Pais e Mestres economizaram milhões de reais em locomoção que deixará de ser feita e os cursos patrocinados pelo governo devem ser essencialmente cursos profissionalizantes Porque porque hoje você tem tudo pela internet Maria tá fechando os olhos e a Universidade Federal por exemplo oferecer cursos presenciais de língua de quatro anos se no aplicativo Duolingo meu neto por exemplo aprendeu a falar mais três línguas além da língua materna pelo Duolingo e alguns meses então não tem mais cabimento o governo federal ou estadual ou Municipal manter nas universidades cursos de língua cursos de sociologia esse tipo de coisa que era adequado em outra realidade a escola pública deve profissionalizar o pensamento hoje ele está compartilhado no mundo virtual

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telefone preto, carro de boi no museu junto com a Petrobrás

Telefone preto, carro de boi tem em comum o fato de terem tido enorme valor e hoje servirem apenas de lembrança no museu, o que deve acontecer com a Petrobrás daqui uns seis anos, quando combustíveis renováveis dominarem o mercado e o hábito dos carros pessoais ser coisa do passado. A GM já se afastou em 2017 do mercado do comércio de carros: os aplicativos tipo Uber & Cia disponibilizam mobilidade barata, abundante, a custo muito baixo, dispensando IPVA, Multas & Garagens. O Governo deve se livrar da Petrobrás enquanto ela ainda tem valor.

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